"Eu chegando lá, nós quebraremos o sistema", diz Bolsonaro sobre monopólio partidário


Internado desde o início deste mês após levar uma facada na barriga, o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista exclusiva em vídeo ao jornalista Augusto Nunes.

Essa é a primeira entrevista em vídeo para um canal de comunicação após o atentado sofrido durante um agenda de campanha em Juiz de Fora (MG). Além de se emocionar em dado momento, Bolsonaro falou sobre o ataque e da sua desconfiança de que o agressor, Adélio Bispo, não agiu sozinho.



Como de costume por conta das suas declarações, o presidenciável do PSL também criticou parte da imprensa pela forma como vem abordando o atentado, ao que parece, por não apurar os fatos e divulgar às informações como deveria.

Apesar de não fazer acusações diretas e em tom afirmativo, Bolsonaro insinuou que interesses partidários podem estar por trás do atentado contra a sua vida, e que parte da imprensa pode estar contribuindo para abafar o caso.

"Sabe que tem parte da imprensa que... tenta acalmar o negócio ali, né?", disse o candidato para o jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan. "O que está em jogo é o poder, e eu chegando lá, nós quebraremos o sistema. Não é na ignorância não. É na lei", completa Bolsonaro.



Questionado sobre o que espera da punição de Adélio Bispo, Bolsonaro frisou que deve ser cumprido o que está na lei. Ou seja, uma pena por tentativa de assassinato, que chega a 30 anos de prisão, mas também defendeu acabar com o regime de progressão de pena caso seja eleito, assim como alguns privilégios oferecidos por conta dos "direitos humanos".

Assista a entrevista completa abaixo:




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