Facebook cria ferramenta para medir a reputação dos usuários ao compartilhar "fake news"


O Facebook lançou uma ferramenta para mensurar a reputação dos usuários no que diz respeito ao compartilhamento de fake news, um problema que tem afetado a rede social nos últimos anos, segundo informou o jornal "The Washington Post" nesta terça-feira


De acordo com a publicação, a empresa desenvolveu um algoritmo que pontua a credibilidade dos usuários em uma escala de 0 a 1 como parte da estratégia para encontrar pessoas que compartilham notícias falsas equivocadamente ou de propósito.

Desde janeiro, os próprios usuários são capazes de avaliar e classificar notícias e veículos de imprensa pela veracidade, mas essa liberdade fez com que algumas pessoas se aproveitassem disso.


"Não é incomum que as pessoas nos digam que algo é falso simplesmente porque não estão de acordo com a história ou porque intencionalmente tentam atingir uma publicação específica", afirmou a gerente de produtos do Facebook, Tessa Lyons.

Segundo Lyons, a nova ferramenta "não pretende ser um indicador absoluto da credibilidade", apenas outro instrumento para erradicar as fake news do Facebook.

A medida servirá para que a plataforma identifique quais usuários têm propensão a marcar que o conteúdo divulgado por outros é problemático ou de "de confiança".

A executiva não detalhou os critérios que a rede social utiliza para determinar a pontuação do usuário nem disse se todos os usuários são avaliados.

Comentário:

Sempre que uma empresa ou qualquer agente do Estado disser que pretende avaliar a "reputação" de alguém, o sinal de alerta deve permanecer aceso constantemente, pois há uma grande probabilidade de que tal discurso seja utilizado de forma tendenciosa para a censura.


Aqui no Brasil, recentemente o Facebook excluiu quase 200 páginas que alegou serem falsas, porém, sendo a maioria de grupos de direita, fazendo com que o Ministério Público abrisse investigação para apurar os fatos.

A criação de algorítimos como esse apenas reforça a suspeita de uma ação orquestrada entre as grandes redes sociais para inibir o crescimento do conservadorismo no mundo, principalmente nos Estados Unidos (ponte de exportação ideológica para todo o planeta) e na Europa.


Fonte: EFE

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