A cola na mão de Bolsonaro é justamente o que lhe aproxima do povo e o torna verdadeiro


Mesmo com a repercussão das imagens em que o candidato Jair Bolsonaro aparece com cola nas mãos, seus apoiadores continuam acreditando na sua candidatura.

A grande mídia parece colapsada. A maioria simplesmente não entende o motivo pelo qual o candidato Jair Bolsonaro se mantém estável nos seus índices de audiência. O que parecia ser motivo de chacota e desprezo, na verdade, está se tornando em mais uma força política para o presidenciável.

A cola nas mãos de Jair Bolsonaro durante os embates presidenciais apenas revelam a característica que conquistou a média de 25% do eleitorado brasileiro, segundo fontes - desconfiáveis - do Ibope e do Datafolha nas últimas pesquisas eleitorais.



Muito diferente do que seus opositores insinuam, com a cola nas mãos Jair Bolsonaro está apenas confirmando o que seus eleitores já sabem: um candidato que não possui todos os recursos esperados para governar uma país, mas que possui sinceridade e "ignorância" suficiente para recorrer ao velho e familiar método de ajuda nas situações de prova, a cola!

O que Bolsonaro está dizendo com isso é que ele realmente é o que é. Não está se vendendo. Não está demonstrando saber o que não sabe. Não está inventando dados, fatos ou propostas mirabolantes para tentar convencer a população acerca do que não domina.

Bolsonaro está colando, senhoras e senhores! Sim, e isto é bom ou ruim no cenário político atual do país?

Uma das maiores características de liderança capaz de transformar um pequeno negócio em um grande sucesso é o reconhecimento da incompetência de liderar sozinho. Quanto Bolsonaro vai ao telejornal de maior audiência do país levando colas na mão, ele está deixando claro que o seu governo não será baseado no autoritarismo.



Bolsonaro diz, sem saber que está dizendo, que ele é um igual aos demais. Que a sua cola é apenas uma das muitas que nós, cidadãos comuns e nem sempre analfabetos, mais supostos "letrados", especialistas, mestres e doutores, recorremos nos momentos de crise, nervosismo e insegurança.

Sem dúvida alguma Bsonaro se aproxima do cidadão comum quando de forma sem vergonha carrega uma mão pichada com colas sobre "Deus" e "família". Ele descortina a fachada frágil construída pelos demais candidatos e pela grande mídia, onde supostamente para governar um país é preciso ser um quase "expert" em tudo, aprovado pelo establishment.

Bolsonaro foge à regra. Ele é um perfil desviante, como outros do passado. Resta saber se no presente a população brasileira terá a decisão de escolher para o seu Governo perfis politicamente "corretos" ou moralmente "desviantes". A decisão é sua.


Por: Will R. Filho

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