Ativistas LGBTs ameaçam psicóloga nas redes sociais: "A hora dela está chegando"

Após publicar um vídeo se posicionando contra à legalização do aborto, a psicóloga Marisa Lobo tomou conhecimento de que um grupo de ativistas LGBTs está se organizando para tentar lhe "destruir"

O histórico de Marisa Lobo na luta contra o ativismo dos movimentos LGBTs vem desde 2012, quando a mesma se posicionou contra a distribuição do chamado "kit-gay" nas escolas do ensino fundamental. De lá para cá, várias outras batalhas já foram travadas, como por exemplo, na acusação de que ela praticaria a "cura gay", o que não é verdade.



Dessa vez um vídeo em particular, publicado por Marisa Lobo, despertou a fúria de um grupo LGBT em uma rede social. Nele, a psicóloga criticou o debate sobre a legalização do aborto realizado nos últimos dias 3 e 6 no Supremo Tribunal Federal, afirmando que às feministas que não querem ter filhos deveriam "arrancar o útero, arrancar o ovário", e que são "mulheres que odeiam ser mulheres".

Os ativistas também destacaram o fato de Marisa Lobo ser candidata a deputada federal pelo Paraná, insinuando que sua possível vitória esse ano seria uma grande derrota para o movimento, já que, se "sem mandato" ela já é uma voz forte contra o ativismo nos Conselhos de Psicologia, com mandato então teria muito mais força.

Grupo LGBT apoia a presidente do PT, Gleisi Hoffmann


Nas mensagens é possível notar que os ativistas do grupo LGBT são apoiadores da senadora Gleisi Hoffmann, atual presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) e fiel defensora da libertação de Lula. Em junho desse ano, segundo o UOL, Gleisi informou que também será candidata a deputada federal pelo Paraná, mesmo estado de Marisa Lobo.

Contra Marisa Lobo, os ativistas disseram que já estão "organizando ações para destruir essa mulher. Aqui só Gleisi, tá certo?", diz uma das mensagens, enquanto outra diz que "a hora dela está chegando". Veja na imagem abaixo, o conteúdo completo das ameaças:



Em resposta ao Opinião Crítica, Marisa Lobo disse que já encaminhou os prints das mensagens e outras informações que ela guarda em sigilo para sua equipe de advogados. A psicóloga informou também que já possui dados suficientes para tomar algumas medidas contra às pessoas que lhe ameaçaram, caso necessário.

"Eles pensam que não temos conhecimento do que está acontecendo e que somos ignorantes. Estão com ódio porque sabem que mesmo sem qualquer mandato eu já tenho a coragem de denunciar os abusos e absurdos que esses ativistas praticam em nome da população LGBT, onde a maioria não concorda com essa militância hipócrita", disse Marisa.

"Vocês veem pelas mensagens qual é a natureza deles, de ódio, difamação, intolerância e mentiras. São exatamente o contrário de tudo o que eles dizem que defendem. Não é por acaso que apoiam um condenado pela justiça", completa.

A psicóloga também postou o print das mensagens em sua rede social, dizendo que a popularização do seu nome "assusta" os adversários. "Estão entendendo como meu nome assusta? Entendem porque preciso do seu apoio?", escreveu Marisa. "A luta é grande, pedradas por todo lado. Mas ninguém vai nos calar mais".

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