Crianças podem ver filmes adultos e se explorar sexualmente, sugere site de Universidade

Documento diz que pais devem reagir "positivamente" a crianças de 4 anos tocando os genitais dos outros.


A Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (EUA), hospeda um site que incentiva os pais permitirem que crianças de até quatro anos se envolvam em brincadeiras sexuais, afirmando que é "perfeitamente normal", e que os cuidadores devem responder "positivamente" a tal comportamento.

O site SexInfo Online é mantido pelo departamento de sociologia da instituição e por estudantes “que estudaram tópicos avançados em sexualidade humana”, segundo a plataforma.

O site apresenta um número significativo de subseções e artigos relacionados à sexualidade humana. Um deles, “Sexualidade Infantil” , discute tópicos como “masturbação infantil”, “brincadeiras sexuais” e “reações” apropriadas a esses comportamentos pelos pais.



O site afirma que, para crianças pequenas, a autoestimulação sexual são “completamente normais”, encorajando os pais a permitirem tal comportamento.

Sobre o tema da “brincadeira sexual” entre crianças pequenas, os autores afirmam que é mais comum “entre as idades de quatro e sete anos” e que são “geralmente inofensivas”.

“As crianças podem demonstrar afeto a seus amigos, abraçando-se e beijando-se, ou tocando os genitais um do outro, o que é perfeitamente normal. Os pais não devem reagir de maneira negativa porque as crianças estão apenas explorando”, afirma o site.

“Se uma criança está realizando essas atividades excessivamente ou em público, os pais devem sentar e conversar com eles sobre como essas atividades devem ser feitas em particular, ao invés de tentar frustrar completamente a atividade”, acrescentam os autores.

Além disso, em relação à masturbação, as crianças “não devem aprender que a auto-exploração é suja ou ruim, mas que a masturbação é um assunto privado e não deve ser realizada em público”, afirma o site.




Em outro artigo intitulado “ Conversando com seus filhos sobre sexo”, o site sugere que os pais devem permitir que seus filhos assistam à pornografia.

“É importante que as crianças entendam que ver pornografia é um hábito normal e que elas não precisam se envergonhar disso”, afirma o guia.

O site não aconselha os pais a impedir que seus filhos assistam a pornografia; em vez disso, afirma que os pais devem dizer às crianças que o material pornográfico pode criar “expectativas sobre o sexo que não são realistas”.

Comentário:

O leitor desinformado acerca do ativismo sexual em curso no mundo, especialmente envolvendo o movimento pedófilo, certamente pensará que o site em questão está apenas ressaltando o comportamento exploratório das crianças no tocante à sexualidade. Puro engano.

Há um componente sexual na exploração das crianças envolvendo o próprio corpo. Esse componente é natural. Se tocar ou mesmo se "masturbar", de fato, faz parte do autoconhecimento, e quando isso envolve o prazer físico através das genitálias, tem a ver com a "pulsão" da qual Sigmund Freud se refere ao falar de sexualidade infantil.




Entretanto, essa exploração não é "terra de ninguém" e também não deve ser deixada à revelia. Há uma diferença muito grande em compreender o comportamento e incentivá-lo, especialmente porque para a criança tal exploração não possui o mesmo significado sexual que nós adultos lhe atribuímos. É ai onde está o "X" da questão, que é a orientação dos pais.

A criança precisa conhecer limites, inclusive acerca da própria sexualidade. Isso não é um capricho ou uma função meramente repressora, mas uma - necessidade - vital para o seu desenvolvimento psicossexual, porque é através dos pais, que são seus modelos, que ela deve enxergar a si mesma e formar a sua identidade.

Está claro pela descrição do site, por exemplo, ao incentivar a exploração "em particular" da sexualidade (sugerindo também a participação de outros) consigo mesmo e principalmente da pornografia, que a intenção não tem relação alguma com a compreensão natural do comportamento sexual infantil, mas sim com o incentivo à erotização precoce.

O que está por trás disso, caros leitores, é a intenção de se admitir a possibilidade de práticas sexuais entre adultos e crianças. Se trata de pedofilia!




Para que a pedofilia seja aceita como "normal", primeiro é necessário fazer parecer que crianças possuem necessidades sexuais iguais às do adulto. Tal conceito é uma distorção da doutrina psicanalítica sobre sexualidade infantil, que não tem a ver com sexo, propriamente, mas sim com "pulsão" para a vida.

A insinuação de que crianças podem se explorar sexualmente no "particular" e também serem expostas a conteúdos pornográficos são formas de se adequar o comportamento infantil aos abusos sexuais praticados por adultos, manipulando crianças em função do que elas, naturalmente, não desejariam fazer.

Definitivamente, expor crianças à pornografia é abuso sexual psicológico, uma agressão e violação da sua inocência, capaz de deixar nelas sequelas emocionais profundas para o resto de suas vidas. Incentivar a exploração sexual nelas mesmas (que é diferente do autoconhecimento) e principalmente em outras pessoas, também.

Portanto, não aceite como normal o que alguns acadêmicos dizem ser "natural". Eles não estão preocupados com o desenvolvimento sadio das crianças, mas com o interesse de moldar a sociedade de acordo com seus interesses.

Comentário: Will R. Filho

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