O encontro histórico na Ásia e a impostura da esquerda




Os jornalistas esquerdistas do mundo todo – o que incluem, claro, os tediosos comentaristas da GloboNews – afirmavam histericamente em 2016 que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iria afundar a economia norte-americana e provocar uma nova guerra mundial.

Mas é justamente o oposto o que está acontecendo.

O Estado Islâmico, que dominava metade da Síria e todo o norte do Iraque quando Barack Obama deixou a presidência dos Estados Unidos, foi varrido do mapa em pouco mais de um ano de governo Trump.

A Embaixada do Estados Unidos foi transferida para Jerusalém, a capital de Israel, no ano em que se celebra o 70º aniversário da proclamação do Estado de Israel.

A economia norte-americana cresceu quase 3% neste primeiro semestre, cortou-se cerca de 10% em impostos e a taxa de desempregos caiu a 3,8%.

Agora, Trump tem um encontro histórico com o ditador comunista da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

Se o encontro tivesse sido promovido por Obama – o pior presidente dos Estados Unidos desde o medíocre Jimmy Carter – as manchetes seriam: “Uma nova chance para a paz mundial”, “O começo de uma Nova Era” ou outras cafonices religiosas parecidas.

Mas como foi Trump quem se encontrou com Jong-un, à mídia esquerdista só restou contorcer-se de raiva e desfilar um festival de bobagens e platitudes em suas “análises”.

Comparado ao que Donald Trump está fazendo, o charlatão esquerdista Obama só ganhou um Prêmio Nobel da Paz para tornar o mundo muito mais instável e inseguro, conseguindo a façanha de passar os 8 anos de seu mandato atolado em guerras no Oriente Médio e Ásia.


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