ALERTA: Importante médica se manifesta contra a ideologia de gênero e a "mudança de sexo"

contra a ideologia de gênero e mudança de sexo

A saúde de centenas de crianças está sendo posta em risco por drogas de mudança de sexo distribuídas no Sistema Nacional de Saúde (NHS) britânico, adverte uma das principais médicas do país.


A Dra. Lucy Griffin, psiquiatra consultora da Bristol Royal Infirmary, diz que está "extremamente preocupada" com os efeitos a longo prazo que a medicação [para mudança de sexo] está tendo nos adolescentes.

Ela é a primeira médica do NHS a expressar publicamente seus temores sobre os danos causados ​​pelo enorme aumento de jovens que recebem tratamentos médicos irreversíveis depois de se declararem transgêneros.


Em uma entrevista para o The Mail on Sunday, a Drª. Griffin revela que:

01 - Os pacientes recebem medicamentos para mudar de sexo depois de afirmar que são transexuais, apesar de terem condições psiquiátricas graves;

02 - O Sistema Nacional de Saúde está "ficando com medo" de solicitações desafiadoras para tratamentos transgêneros, devido à possibilidade de se tratar de casos de fanatismo.

Medicamentos sendo dados a adolescentes para ajudá-los a mudar o sexo podem torná-los inférteis, causar osteoporose e resultar em disfunção sexual, alerta a Drª. Griffin.

Dois tratamentos estão causando a maior preocupação. Um deles são os "bloqueadores da puberdade", que não são classificados como drogas de mudança de sexo, mas, em vez disso, interrompem o início da idade adulta [na adolescência]. Seus efeitos são completamente reversíveis quando os pacientes deixam de tomá-los.

O outro tratamento envolve a administração de "hormônios sexuais cruzados", que iniciam o processo físico de mudança de sexo [quando um homem, por exemplo, toma hormônios femininos para adquirir características físicas femininas].


No ano passado, este jornal [Daily Mail] revelou que 800 crianças na Inglaterra que estavam infelizes com o sexo em que nasceram receberam injeções [hormonais] para o bloqueio da puberdade. Algumas delas eram tão jovens quanto dez anos de idade.

Mas, Griffin disse que tal medicamento nunca foi projetado para tratar pacientes que estão confusos sobre seu sexo. Ela explicou que ele foi desenvolvido para interromper a puberdade precoce - uma condição rara que faz com que crianças com menos de oito ou nove anos comecem a passar pela puberdade:

"Os bloqueadores da puberdade não são projetados para o bloqueio da puberdade em adolescentes saudáveis", disse ela. "Agora eles estão sendo usados ​​para algo que é uma apresentação psicológica sem um corpo de estudo científico por trás disso."

A médica de 48 anos disse que os profissionais ainda sabem muito pouco sobre os efeitos a longo prazo ao tomar bloqueadores da puberdade durante um período prolongado, acrescentando que havia "dados indicadores" de que esses remédios estavam ligados à osteoporose.

(...). Os efeitos deste medicamento são irreversíveis e podem ter "implicações ao longo da vida" para os usuários, alertou o Dr. Griffin: "Sabemos que os hormônios sexuais estão associados à infertilidade permanente", disse ela.

"Os pacientes também são propensos a ter função sexual prejudicada. E há outras preocupações. Nós acreditamos que mulheres em transição estão em maior risco de doença cardíaca. Sabemos que estão em risco de calvície masculina e redistribuição anormal de gordura", completou.


A Drª. Griffin preferiu falar contra o pano de fundo de um acirrado debate entre feministas e ativistas transgêneros sobre se as mulheres transexuais - que nasceram com o sexo masculino - deveriam ser colocadas na mesma categoria das mulheres biológicas.

Ela participou de uma reunião de mulheres sobre o assunto em Bristol na última quinta-feira, que terminou em violência depois que 30 manifestantes trans mascarados tentaram invadir o local.

Mas, recusando-se a ser silenciada por tal intimidação, a Drª. Griffin continuou: “As crianças não podem votar e não podem deixar a escola, mas nós estamos permitindo que tomem decisões sobre sua fertilidade e função sexual", disse ela.

Griffin revelou que ela não é a única médica preocupada com a facilidade com que pacientes jovens podem receber remédios para transgêneros. Ela disse que muitas equipes médicas estão "ficando com medo" porque receiam acusações de intolerância, de estarem fora de perspectiva ou, na pior das hipóteses, praticarem "terapia de conversão" em pessoas transexuais.

No entanto, Griffin se sentiu obrigada a expressar suas críticas por causa do dano potencial que ela acredita estar sendo feito aos pacientes transgêneros devido a precipitação dos hospitais [e profissionais] que desejam parecer "politicamente corretos".


Fonte: Daily Mail

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