Senado aprova intervenção no Rio e petistas dizem que é "apenas uma ação de marketing"


Os moradores do Rio de Janeiro podem amanhecer mais sossegados na manhã dessa quarta-feira. O Senado Federal aprovou na noite de ontem, por 55 votos a favor, 13 contra e uma abstenção, o decreto presidencial que autoriza a intervenção federal na segurança pública do Estado.

Só no ano passado foram 6.731 mortes registrada em consequência da violência no Rio, sendo 100 de policiais e 10 de crianças. Os números superam os de algumas guerras e causam perplexidade devido à situação de caos na segurança pública do Estado.

O Senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), relator do decreto que autorizou a intervenção, a medida "não pode ser banalizada", pois se trata de uma exceção que visa conter a onda de violência:


"Sabemos que esta não é (um problema) exclusivo do Rio de Janeiro. Há altos índices de violência em outros estados, mas sem dúvida, a situação do Rio repercute muito mais, tanto no país, como no exterior", disse ele, que também defendeu o aumento de recursos para a intervenção:

"Se existe um estado de exceção, então devemos dar todo empenho e sacrifício necessário para realizar este trabalho", disse o senador, segundo informações da agência Efe, se referindo à necessidade de ajustar o orçamento e dar mais recursos para a medida.


Oposição do PT - Gleisi Hoffmann critica a intervenção federal no Rio de Janeiro


A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), senadora Gleisi Hoffmann, criticou a decisão, afirmando que "não é papel das Forças Armadas exercer função de polícia".

Seguindo a mesma pauta, o Senador Humberto Costa (PT-PE) tentou aproveitar a ocasião para criticar o Presidente Temer: "O governo deveria utilizar o fator surpresa para enfrentar os bandidos", disse Costa, para quem a intervenção no Rio é "apenas uma ação de marketing".

Um mandado coletivo de busca e apreensão também está sendo cogitado pelo exército. Entidades de "direitos humanos" e partidos notadamente de "esquerda" criticam essa possibilidade, alegando violação à liberdade individual e ao asilo inviolável, conforme a Constituição.


A verdade, no entanto, é que a população, verdadeira interessada na segurança pública, visto que é o grande alvo da violência (e não os políticos, que contam com maior proteção), não parece estar preocupada com o fato do Exército obter mandado coletivo de busca e apreensão.

Ato de "marketing" é querer insinuar que o cidadão de bem está preocupado com a violação da sua privacidade pelo Exército quando, na verdade, ele está mesmo preocupado é com a violação de privacidade pelos bandidos, que podem à revelia do Estado invadir, assaltar e assassinar sua família.

Ao que parece, numa situação excepcional de caos, apenas bandidos e pessoas interessadas na violência temem o mandado coletivo de busca do Exército. Aqui vale o ditado popular: "quem não deve, não teme", certo?

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Anônimo
21 de fevereiro de 2018 15:02

amigos , obrigados, por estarem sempre se lembrando dO PT e da ESQUERDA, em ano de eleicao, e sempre bom, mesmo quando sao noticias que o objetivo nao seja dizer a verdade mas destruir alguem, isso nao importa, o importante e falarem , e falem mesmo , nos agradecemos. Por voces e outros sites ligados aos evenagelicos , pisarem tanto no pe do pt e da esquerda, omitindo assim de falar algo mais relevantes em que o pais hj esta vivendo , como por exemplo a reforma da previdencia , as barganhas do congresso, as reformas trabalistas , etc , muitos amigos e familiares evangelicos estao comecando a questionar o quanto de verdade tem em suas noticias e o que esses sites estao buscando ppor tras delas, que comecam a parar, pensar, refletir sobre o que leem, escutam , se o lula e tao culpado assim . obrigado amigos por estarem nos ajudando a mudar a cabeca das pessoas.

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