DENÚNCIA: Estudantes da UFBA pedem "morte aos cristãos" em protesto - Isso é crime, senhores

Estudantes de Universidade Federal pedem "morte aos cristãos" e ficam impunes. O que mais nossas autoridades precisam para tomar providências, morte por crucificação?

O caso aconteceu durante um "protesto" ocorrido no último dia 13, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Na ocasião seria transmitido o filme do cineasta Josias Teófilo, "O Jardim das Aflições", promovido por um grupo de estudantes conservadores. O longa fala sobre a vida e pensamento do escritor e filósofo Olavo de Carvalho, considerado um dos principais mentores da visão conservadora brasileira na atualidade.


O mesmo filme já foi alvo de protestos em outras Universidades, como a de Pernambuco (UFPE), onde foi transmitido em 27 de outubro desse ano. Na ocasião houve confronto e violência promovida por estudantes "esquerdistas" que sob gritos de "fascistas" e "fora Temer" queriam impedir a divulgação do filme.

Na UFBA, porém, os "estudantes esquerdistas" foram além do confronto de ideologias políticas. Segundo uma foto publicada pelo próprio Olavo de Carvalho em sua página pessoal no Facebook, durante o protesto uma pessoa aparece segurando um cartaz onde está escrito "morte aos cristãos", em clara e absurda confissão criminal de incitação à violência, preconceito e discriminação contra a população cristã. Veja o vídeo abaixo onde aparece o cartaz:


Crime confesso merece punição dos envolvidos e o repúdio de todos - Conheça os artigos violados do Código Penal


Se trata de algo gravíssimo! O fato de pessoas, ao que parece, em plena Universidade Federal, sentirem-se livres para - pedir a morte - de cristãos significa que podemos estar na iminência de haver, de fato, mortes por motivação ideológica, perseguição religiosa e discriminação ao nível do absurdo, presente apenas em regiões controladas por regimes autoritários ou grupos terroristas.

Segundo o Código Penal Brasileiro é CRIME:

Art. 286. - Incitar, publicamente, a prática de crime:

 Pena - detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa.

 Apologia de crime ou criminoso

 Art. 287. - Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime:

 Pena - detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa. 

Apenas por esses artigos vemos que o crime foi tipificado, visto que o pedido de morte da população cristã é incitação, bem como apologia (Art. 287), uma vez que cristãos são perseguidos e mortos em várias partes do mundo.


Segundo o Procurador aposentado, Rogério Tadeu Romano, o crime de incitação à violência não requer ato consumado, mas a simples incitação:

"O crime de incitação, crime contra a paz pública, pode ser praticado por qualquer meio idôneo de transmissão de pensamento(palavra, escrito ou gesto). Não basta uma palavra isolada ou uma frase destacada de um discurso ou de um escrito.

A incitação deve referir-se a prática de um crime (fato previsto pela lei penal vigente como crime) e não mera contravenção. Deve a incitação se referir a um fato delituoso determinado, exigindo o dolo genérico, sendo crime formal que se consuma com a incitação pública, desde que seja percebida ou se torne perceptível a um número indeterminado de pessoas, independentemente de qualquer outro resultado ou consequência da incitação.", escreveu ele em artigo publicado pela UFRN. 

Mas não foram apenas esses artigos que os "estudantes" violaram. Segundo a Lei nº 7.716 é CRIME:

Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Perceba que nesse caso o pedido de morte aos cristãos vai muito além da discriminação, mas pode ser configurado como tal, visto que a incitação é um ato discriminativo por si só.

Ainda segundo o Código Penal, o artigo 147 define como CRIME:

Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio
simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave:

 Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Assim como no artigo 286/7, não é preciso haver consumação da violência para a tipificação do crime. No caso do artigo 147, embora trate de "alguém", isto é, pessoa em particular e não um grupo ou comunidade, alguém que se identifica como cristão pode sentir-se ameaçado e, portanto, tornar legítima a aplicação do artigo citado, uma vez que é um indivíduo e não um grupo.


Providências judiciais e da Universidade Federal da Bahia devem ser tomadas


O acontecido é inaceitável e os infratores devem ser identificados e punidos, não apenas pelas autoridades judicias, mas também pela UFBA, caso tais pessoas sejam, de fato, estudantes da instituição ou, pior ainda, integrantes de movimentos, departamentos, etc. da mesma.

Criar protestos baseados na divergência de ideias legítimas, discutíveis, é uma coisa, por mais questionáveis que sejam. Promover e pedir a morte de cristãos é outra e isso é crime. Esse tipo de agressão apenas comprova o caráter totalitário e criminoso de algumas ideologias. 

Tendo assassinado mais de 100 milhões de pessoas ao longo da história (porque ainda continua), entre eles os cristãos, não é por acaso que o comunismo é a raiz doutrinária desses "estudantes" que não sabem os princípios mais básicos do pensamento científico. Definitivamente, não é nas universidades que esses criminosos devem estar.


Por: Will R. Filho

COMPARTILHAR

Edição:

Somos uma mídia independente, oferecendo conteúdo com perspectiva cristã através de comentários sobre notícias do Brasil e do mundo. Para apoiar, compartilhe nossos textos e curta a página no Facebook.