"Vadias" e GLBTT na JMJ Chocam o Público - ENTENDA!

Manifestações das "Vadias" durante Jornada Mundial da Juventude, em 2013. Reprodução: Google


A "Marcha das Vadias" e o grupo GLBTT impressionam pela incoerência como tratam o tema diversidade, tolerância, igualdade de direitos e liberdade. Na Jornada Mundial da Juventude, ocorrida em Copacabana, ficou mais do que evidente que tais pessoas não querem ser respeitadas no direito de ser, mas serem vistas e tratadas com privilégios. Veja algumas imagens do protesto "pró diversidade" que houve durante o evento:


Abaixo, mais "Vadias" quebrando às imagens católicas:


Em plena Jornada Mundial da Juventude, esses que dizem lutar por "tolerância", chamam essas atitudes de "irreverência", veja:


"Vadias" junto com integrantes do Movimento GLBTT:


Eles querem respeito e liberdade de expressão para fazer isso?


Por qual motivo a Rede Globo e C&a não deu destaque a esses protestos durante a JMJ, uma vez que em outras ocasiões 500, 300 ou menos pessoas tomaram preciosos minutos da sua programação? Veja mais essa:



Já escrevemos um texto onde alertava que tais grupos não lutam pela diversidade sexual e/ou cultural, mas pela substituição de um sistema em prol de outro. Veja um trecho abaixo:

Existe uma ideologia sendo posta em prática nos últimos 30 anos, não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro, que não tem a ver com respeito e tolerância ao diferente, mas sim com a implantação de uma noção humana (comportamental) que visa desconstruir muito do que entendemos ser importante e "normal". 

O objetivo dessa ideologia é "desorientar" a sociedade em relação aos "padrões" vigentes, no fim de estabelecer uma "nova visão" de mundo, onde a cultura passaria a ser construida com base na "diversidade humana". 

Essa ideologia se chama "Teoria Queer", cuja principal mentora é a filósofa feminista norte-americana Judith Butler

O pensamento consiste basicamente em fazer uso do que é repulsivo para a norma vigente, contra a própria norma vigente, até que, por força do hábito, sejam incitadas reflexões acerca dos padrões

Ou seja, o hábito chocante de, por exemplo, quebrar imagens dos santos católicos no meio da rua, pintar o corpo com frases obscenas e sair com os seios expostos levaria com o tempo à sociedade a se questionar em relação aos próprios valores, no sentido de fazer pensar: POR QUE USAMOS ROUPAS? POR QUE NOS CURVAMOS PERANTE IMAGENS? POR QUE FAZEMOS SEXO APENAS DE TAL FORMA?

Para os que defendem essa teoria, tais questionamentos levariam a sociedade a romper com os padrões estabelecidos, pois viria na conduta "chocante" dos "revolucionários" diferentes possibilidades do estilo de vida humano. O que inicialmente, portanto, seria algo absurdo e repulsivo, com o tempo ganharia espaço no entendimento popular, fazendo parte do estilo de vida comum.

O grande problema é que entre a ideologia e a prática há um grande abismo. A filosofia que mencionamos justifica seus métodos em nome do respeito à diversidade, tolerância ao diferente, direito para os que não se enquadram nos padrões culturais estabelecidos, sejam eles sexuais, políticos ou religiosos. 

No entanto, a prática dos que militam em favor dessa ideologia não corresponde ao ideal tanto pregado por eles. A cultura que defendem não tolera aqueles que não concordam com suas práticas, mas pelo contrário, ela os enxerga como elementos que precisam ser EXCLUÍDOS do "sistema" político, religioso e acadêmico, ao julgar que fazem parte de uma visão retrógrada, primitiva e/ou fundamentalista da vida humana. Podemos resumir isso em quatro aspectos:

01 - Sexualidade

Lutam para que seja eliminado do entendimento humano a concepção heterossexual (a chamada "heteronormatividade"), que classifica como sendo HOMEM ou MULHER às pessoas nascidas do sexo masculino ou feminino. 

Para tais militantes, o gênero sexual (homo, hétero ou bissexual) é neutro e deve ser preservado assim. A criança ao nascer, segundo tal visão, não deve ser influenciada pelos pais, muito menos pelo sistema cultural (política, escola, músicas, religião) se deva ser homem, mulher, etc. 

Por isso é tramitado atualmente no Congresso, no Estatuto da Diversidade Sexual, uma medida que se aprovada obrigará todos os cartórios retirar dos documentos os termos "pai" e "mãe" da parte de "filiação"

02 - Política

Os militantes GLBTT e do feminismo adeptos da Teoria Queer, promovem a adesão em massa dos seus simpatizantes no sistema político mundial, bem como a criação e participação de entidades não governamentais, ONG's, direta ou indiretamente relacionadas aos seus interesses. 

O objetivo é criar leis, bem como fazer pressão no governo e sociedade como um todo, para as causas desses movimentos. A ideia é fazer com que tudo que possa ser uma ameaça ao que entendem ser "diversidade", "liberdade" e "igualdade", seja ridicularizado e rejeitado. 

No entanto, como já escrito acima, não é por essas conquistas que eles lutam, mas pela instituição de uma nova concepção de sociedade, onde, na prática, as verdadeiras diferenças e liberdades de expressão serão reprimidas em nome de uma "nova cultura", leia-se: cultura deles!

03 - Educação

Conquistando espaço na política e o apoio de uma mídia "comprada", talvez o maior alcance dos militantes GLBTT e feministas da Teoria Queer seja a EDUCAÇÃO. 

Por ela, eles vão construir já nas crianças o ideal de cultura para às próximas gerações. Por isso vemos a tentativa de aprovar conteúdos infantis que abordam a temática homossexual, bissexual, gêneros sexuais, sexualidade de maneira geral. 

O "Kit Gay" e as inúmeras cartilhas denunciadas pela advogada Damares Alves não tem por objetivo combater à intolerância e preconceitos, mas formar crianças e jovens segundo os valores éticos/morais que esses grupos defendem, retirando da família a maior responsabilidade dessa função. 

Para ver o vídeo onde Damares Alves faz essas denúncias, clique AQUI. É importante frisar que nenhuma medida atua isoladamente, elas corroboram entre si, promovendo um cerceamento de direitos, de maneira que a educação fique cada vez mais refém do sistema. Como exemplo, temos a "Lei da Palmada" PL 7672/2010.

04 - Religião

A Religião representa um grande impasse no avanço desses movimentos, pois são elas as principais responsáveis pela conduta moral humana. Consequentemente, desacreditar o ensino religioso, sua cultura e formas de atuação, é uma das principais estratégias desses grupos.

Não é por acaso que frequentemente os símbolos religiosos, bem como líderes, são atacados ideologicamente, querendo retirar deles a capacidade de pronunciamento público, político e científico. 

O que vemos nas imagens das "vadias" e GLBTTs na Jornada Mundial da Juventude, não é um ato impensado, mas uma estratégia filosófica, relativamente antiga (muito antes de Butler tal concepção já existia), de impor mudanças culturais de maneira radical, utilizando a ofensa como "abertura" da crítica e instalação do caos, para que por meio dele (do caos) seja estabelecida uma nova ordem mundial.


É importante ficar atento quanto às medidas tomadas na esfera política que afetam os quatro pontos descritos acima. Não basta ficar chocado, é preciso agir, se informando e contribuindo para o esclarecimento de outras pessoas quanto aos verdadeiros motivos desses protestos. 

Finalmente, muitas outras questões envolvem esse tema que certamente deixará lacunas no entendimento de muitos, mas que são impossíveis de tratá-los todos ao mesmo tempo. Porém, é importante que fique ciente: eles não lutam por medidas isoladas. Não é o aborto, estatuto do nascituro, liberdade que estão em jogo, mas todo sistema cultural que norteia a sociedade. 

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