Ideologia de gênero - Após abusar de três crianças, ele disse que é um "garoto de 9 preso no corpo de um adulto"

Um homem de 38 anos acusado de abusar sexualmente de três garotas de 8 anos, disse em sua defesa que ele é um "garoto de 9 anos preso no corpo de um adulto".


Isso foi o que o acusado de pedofilia, Joseph Roman, disse à polícia, além de admitir alguns dos crimes, informou o jornal Chicago Tribune .

Roman não é o único homem adulto argumentando que é uma criança "presa" no corpo de um adulto.

Paul "Stefonknee" Wolscht é um pai canadense de sete filhos que deixou sua família para viver como uma menina de seis anos .


Em outro caso, Rachel Dolezal é uma mulher branca, mas que se "identifica" como afro-americana. Ela chama à atenção para a situação das pessoas "transraciais".

A colunista Stella Morabito previu "trans-ageism" como uma mania "trans" iniciada há alguns anos atrás, afirmando que a idade, assim como o sexo, seria encarada como algo "atribuído no nascimento".

Há uma "...total falta de proteção e direitos para aqueles cuja autopercepção de sua idade não coincide com a data socialmente construída atribuída no nascimento", escreveu Morabito de forma irônica no portal Federalista.

A autora então problematiza, exemplificando como a situação se complica:

"Pense no menino de 12 anos que se auto-identifica como 19, mas está preso em uma sala de aula do ensino médio", escreveu ela. "Pense também no jogador de 58 anos que sabe que tem 75 anos, mas não é apto para a Previdência Social, e deve sofrer perda de benefícios em silêncio".

"Codificar a autopercepção como direitos protegidos requer que a regra da lei dê lugar a tantas interpretações diferentes das percepções quanto as pessoas percebem e sejam percebidas", observou Morabito em 2014 .

"Tais distorções orwellianas da linguagem sempre servem como receitas para a tirania", concluiu.

Este é "Stefonknee" Wolscht, o pai canadense que acredita ser uma menina de seis anos "presa" no corpo de um homem


Comentário:

Publicamos recentemente uma denúncia contra o Conselho Federal de Psicologia, acerca da Resolução 01/2018. Observe que uma das ênfases da nossa crítica foi justamente porque o texto coloca a "autodeterminação" de uma pessoa como único fator determinante da sua "identidade de gênero".

"...a autodeterminação constitui-se em um processo que garante a autonomia de cada sujeito para determinar sua identidade de gênero", diz uma das suas considerações.

Na prática, isto significa o mesmo que "autopercepção", corroborando com casos terrivelmente absurdos como o "transracial", de idade e espécie. É algo sem qualquer fundamentação científica, mas baseado unicamente no - discurso - de quem deseja legitimar como normal transtornos psicológicos graves.


O mesmo vale para o trangenderismo. Pessoas que dizem ter nascido com um sexo diferente no corpo errado. Não há margem razoável para aceitação desse discurso do ponto de vista lógico. Se há um conflito de aceitação nesse caso, o corpo não é o culpado. Há outros fatores que contribuem para o surgimento desse problema, que é, na absoluta maioria, de ordem afetiva e educacional.

Por fim, perceba que o discurso que visa legitimar o transgenderismo sob a falácia (falsa lógica) de aceitação da "autopercepção" (ou "autodeterminação", segundo o CFP) é exatamente o mesmo de quem diz possuir uma "idade errada", ser de uma "raça diferente" ou uma "espécie diferente". Não há diferença alguma, pois ambos estão baseados unicamente em um discurso e, portanto, em qualquer coisa.

Se não há parâmetros objetivos que possam ser estudados, constatados e fundamentados por diferentes áreas do conhecimento humano, o que temos não passa de pura ideologia.


Com informações: Life Site News
Comentário: Will R. Filho

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