BOLSOFOBIA? Revista ISTOÉ abandona jornalismo e ataca Jair Bolsonaro em tom de desespero

A revista ISTOÉ saiu do armário. Não no tema sexualidade, por enquanto, mas na política. Na edição 2501 do semanal impresso e digital lê-se o título sobre Jair Bolsonaro: "Perigo. Ele pode ser Presidente", acompanhado de uma descrição aterrorizante do possível candidato.


Para quem acompanha os noticiários nacionais e internacionais não é surpresa alguma encontrar reportagens tendenciosas. Diferente, por exemplo, deste site que é estritamente de opinião, veículos informativos possuem, ou pelo menos deveriam possuir, o compromisso da imparcialidade e transmissão dos fatos tal como eles se apresentam.


Ao que parece, não é mais o caso da revista ISTOÉ. No lugar de oferecer informações imparciais, possibilitando que seus leitores formem sua própria opinião e visão acerca dos fatos, o semanário resolveu partir para a militância político-ideológica, assumindo de uma vez por todas a trincheira eleitoral contra o candidato à Presidência da República em 2018, Jair Messias Bolsonaro.

Veja a capa da revista completa, abaixo:


Na descrição da manchete está escrito: "Bolsonaro é contra os direitos humanos, ofende homossexuais e mulheres, reage a críticas com a virulência de governantes totalitários e, para se tornar palatável ao mercado, veste o figurino do liberal que nunca foi. É ele que você quer na Presidência?".

Em outra postagem também na página oficial do Fecebook da ISTOÉ, dessa vez com uma imagem "sombria" de Bolsonaro, está escrito:

"O candidato que reverencia torturadores, chama os direitos humanos de 'esterco da vagabundagem', diz que só quem 'fraqueja' gera filha mulher e que preferiria um filho morto a ser homossexual ostenta quase 20% nas pesquisas. Agora, finge ser liberal para encantar o mercado".

Desespero político e o falecimento do jornalismo no Brasil


Quando uma mídia "jornalística" desse porte estampa na capa seu posicionamento político, de forma gritante, sobre um virtual candidato, na clara intenção de combater sua candidatura de forma direta e explícita, sem lhe fazer acusações de caráter legal (como denúncias de corrupção), mas apenas pelo simples fato de discordar das suas supostas posições políticas, temos uma prova mais do que absurda do quanto o jornalismo brasileiro está falido.


Talvez em uma coluna opinativa coubesse. Mas não é o que parece, pois a capa não transmite essa informação. Certamente na "esquerdista" Carta Capital, da qual Mino Carta, seu fundador, saiu da ISTOÉ em 1981 após ser o primeiro diretor de redação, não seria surpresa alguma. Mas também não é o caso.

O que está claro mesmo é o desespero político de agentes internos nas redações das grandes mídias nacionais, que agora seguem o mesmo ritual observado na eleição Presidencial dos Estados Unidos no ano passado, quando o então candidato conservador Donald Trump foi "achincalhado" de todos os lados, em uma tentativa frustrada dos setores de esquerda, ligados ao partido Democratas de Hillary Clinton, de barrar a eleição do atual Presidente americano.

Observe que não estamos aqui defendendo "A" ou "B", mas sim denunciando uma ação orquestrada por setores privilegiados, devido ao alcance informativo e econômico, que parecem querer manipular de forma escancarada a opinião pública. Se isso é verdade, os próximos meses e as eleições de 2018 no Brasil devem se confirmar como os mais problemáticos, superando 2014.

Por outro lado, quem deve dar pulos de alegria com a promoção gratuita em massa é o Bolsonaro. É justamente esse tipo de "marketing negativo" que alimenta e motiva a campanha quase autônoma dele, e se brincar, será ela que o tornará Presidente.

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