ALERTA: Aluna de 14 anos denuncia aula de "sexo oral" e "ideologia de gênero" em escola


Aluna de apenas 14 anos escreve carta denunciando aula de sexo oral e ideologia de gênero em palestra sobre sexologia em escola pública.


O caso aconteceu em Palmas, capital do Tocantins, na Escola de Tempo Integral Anísio Spínola, na última terça-feira (14). Na ocasião, ocorria um evento promovido pela Fundação Municipal da Juventude de Palmas, onde foram abordados, entre outros, temas como tecnologia e drogas. Entretanto, na hora de falar sobre sexualidade, uma palestrante foi muito além de abordar o conteúdo de forma acadêmica, chegando a constranger diretamente um dos alunos, como relatou Shirley da Silva Pires em sua carta:


“Quando a palestrante que abordou o tema sobre sexo ficou com a palavra, ela chamou um menino para ir à frente, pois iria fazer umas demonstrações, o menino ficou constrangido e não querendo ir, mesmo assim ela foi até ele e pegou-o pelo braço e levou a frente”, escreveu ela.

Shirley disse ainda que com esse mesmo garoto a palestrante colocou uma camisinha em seu dedo e lambeu, demonstrando como seria o sexo oral. Em outro momento, a palestrante chamou duas meninas e ensinou como colocar uma camisinha feminina e à outra ensinou como fazer sexo oral em outra mulher.

“Nesse momento a palestrante rasgou com os dentes os lados da camisinha feminina e colocou na mão da menina, simulando uma vagina, e explicou que quem gostasse de pagar boquete (termo utilizado por ela) que o fizesse com a camisinha, porque nem sempre se sabe onde está colocando a boca, ainda acrescentou que poderíamos utilizar sabores para melhorar o gosto”, descreveu Shirley na carta, segundo informações do portal JM Notícias.

“A palestrante fez uso de um gel lubrificante que segundo ela servia para passar no bumbum e não sentir dores no sexo anal”, completou.

Na carta, Shirley afirmou também que em dado momento a palestrante apresentou fotos de pessoas se beijando, crianças olhando para partes íntimas e mulheres tirando a roupa. Como se não bastasse, a tal "palestrante" resolveu apelas para a ideologia de gênero, afirmando que os alunos não tinham sexo definido:

“A partir desses desenhos ela afirmou que nós não temos sexo definido e que só iremos escolher se seremos homem ou mulher após os 18 anos de idade, o que meu causou ainda mais espanto”, disse ela.

Shirley se mostrou indignada e ofendida com a palestra: “Sou uma menina de 14 anos e não foram meus pais que me disseram, eu sei que sou uma menina”.

Revolta e indignação dos pais


O JM Notícia entrou em contato com os pais de Shirley, Raimundo Pires da Silva confirmou que a carta foi escrita por sua filha. Primeiramente ela escreveu a mão, mas ele a incentivou a digitalizar o documento.

“Eu pedi para ela me contar e ela ficou envergonhada, então pedi para ela escrever e depois pedi para ela digitar”, declarou o pai bastante assustado com os relatos da filha.

“Nós sabemos que isso [ideologia de gênero] foi barrado no Congresso Nacional”, declarou o homem. “Ela ficou muito constrangida”, completou.

“Minha filha sabe que é uma menina não porque nós ensinamos, mas porque ela é, sabe o que é e gosta de ser menina”, disse Raimundo.

Ainda segundo o portal, após a repercussão do assédio moral sofrido pelos alunos, alguns vereadores se pronunciaram sobre o caso, como Filipe Martins:

“É um comportamento inadmissível dentro das escolas, é aberração. Eu não concordo. Eu tenho um filho de 10 anos de idade e não aceito isso e creio que toda família de Palmas também não aceita. Que seja averiguado o que aconteceu e que as pessoas responsáveis sejam punidas”, disse ele.


Lúcio Campelo, outro vereador local,  disse que os responsáveis devem ser punidos: “Vamos buscar a responsabilidade na escola, na Secretaria de Educação e na gestão do prefeito Carlos Amastha”.


Investigação, punição e manifestação dos pais é o único meio de barrar essa tipo de assédio


Em vários textos publicados aqui no Opinião Crítica já explicamos o motivo pelo qual esses ideólogos de gênero querem alcançar crianças e adolescentes, principalmente. Se trata de um público na sua maioria incapaz de se defender moralmente desse tipo de assédio. E a palavra para descrever isso é exatamente essa: ASSÉDIO.

Os pais precisam ter o máximo de atenção com o que seus filhos estão "aprendendo" nas escolas, eventos, palestras, etc. Acompanhar suas atividade, perguntar, conversar e esclarecer como seus filhos devem se portar caso episódios desse tipo aconteçam.

O Congresso Nacional rejeitou, em junto de 2015, qualquer inclusão de conceitos sobre a "ideologia de gênero" no ensino escolar. Isso não inclui apenas a grade curricular comum, mas também eventos como palestras e outros considerados "extras".

A iniciativa da aluna foi excepcional, pois demonstrou consciência e atitude perante o abuso psicológico e moral sofrido. O pai, ao incentivar a publicação da carta, se preocupou com a utilidade pública, querendo que outras famílias saibam do caso e possam, assim como eles, reagirem diante do acontecimento.

Portanto, DENUNCIE!

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21 de novembro de 2017 14:56

Nós só teremos paciência com isso até o resultado da eleição de 2018. Depois, dependendo de quem for eleito, isso vai acabar e quem tentar insistir perverter a mente das crianças vai ser preso, ou então que encare a fúria da população nas ruas!

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22 de novembro de 2017 11:09

QUE ELEIÇÃO? A eleição fraudulenta com corruptos apurando? Se não fizermos nada agora, já era!

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22 de novembro de 2017 14:15

Por que o nome da palestrante não é citado? E por que não houve intervenção por parte de ninguém da escola? E por que não apareceu um movimento de pais protestando contra a escola? Sou totalmente contra fatos como esse, envolvendo sexualidade dessa forma com crianças, e penso que fere o ECA, porém da forma como está esse texto, dá margem a imaginar que é notícia falsa. Sejam mais cuidadosos com as publicações para ter mais credibilidade.

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22 de novembro de 2017 22:23

Nossas crianças em perigo e povo cobrando economia de nosso presidente mais qualificado escolhido pelo povo Brasileiro.


Bolsonaro 2018.

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Anônimo
23 de novembro de 2017 13:40

Um absurdo. Isso é inadmissível!

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