URGENTE: Juiz brasileiro autoriza tratamento para "mudança de sexo" em garoto de 12 anos contra a vontade do pai


   
Leia o texto abaixo, publicado no site do Ministério Público de Minas Gerais, logo em seguida comentamos com as devidas referências científicas questionando a decisão. Os grifos em vermelho são nossos:

"A pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Vara da Infância e da Juventude da comarca de Uberlândia concedeu tutela antecipada para garantir que um adolescente de 12 anos seja submetido aos tratamentos e acompanhamentos médicos, psicológicos e psiquiátricos, independentemente da vontade paterna, para interromper a puberdade e proteger o direito fundamental à saúde. De acordo com relatórios de equipe multidisciplinar da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o adolescente apresenta quadro clínico de transtorno de identidade sexual, comportando-se como do gênero feminino e com sexo genético masculino.  


Em julho, com trajes femininos, acompanhado da mãe e da equipe multidisciplinar da UFU, o adolescente foi até a Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e relatou que, embora seja registrado como do gênero masculino, comporta-se como pessoa do gênero feminino em seus múltiplos aspectos, e que gostaria de fazer uso contínuo da medicação prescrita para o caso e o devido acompanhamento psicossocial. Explicou ainda que ama o pai que, no entanto, por preconceito e desconhecimento dos seus problemas, negava-se a autorizar os tratamentos, fato que contribuiria para causar-lhe intenso sofrimento mental.

O promotor de Justiça Jadir Cirqueira de Souza, depois de colher a concordância materna, ouviu a equipe multidisciplinar da UFU (enfermeira, médica, psicóloga e psiquiatra), que além de confirmar o diagnóstico, destacou que o uso da medicação é preventivo, com efeitos reversíveis, não prejudica a formação do adolescente e respeita sua vontade e as condições de gênero, garantindo a proteção de sua saúde física e mental.

Ainda de acordo com os profissionais de saúde ouvidos, o uso da medicação e o acompanhamento psicossocial, a despeito da negativa paterna em autorizá-los, respeita os direitos do adolescente, permitindo que aos 16 anos de idade reveja a posição adotada e decida em definitivo pelo gênero feminino. Segundo os profissionais, o urgente bloqueio da puberdade, em seus primeiros sinais, impede que qualquer característica, feminina ou masculina, se desenvolva em definitivo, e, assim, mais tarde ele poderá se confirmar do gênero feminino ou, se não for mais seu desejo, a qualquer momento, poderá interromper os tratamentos permitindo-se que as características do gênero genético se desenvolvam

Diante disso, foi proposta uma Ação Civil de Suprimento de Autorização Paterna cumulada com os pedidos de integral tratamento médico, psicossocial, além da modificação do prenome para o gênero feminino. A Justiça concedeu a liminar autorizando o início dos tratamentos, independentemente da autorização do pai. Na decisão, ancorado em moderna doutrina, jurisprudência e no princípio da proteção integral, o juiz de Direito Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro [na foto acima] afirmou que não se pode conceber que o pai, de forma discriminatória, impeça ou prejudique os tratamentos e os acompanhamentos psicossociais indicados, com clara violação da dignidade humana e do livre desenvolvimento da saúde mental do adolescente defendido pelo Ministério Público."

Comentário:

Difícil reportar essa decisão e não ser tomado por espanto. O que temos aqui é a prova do quanto pais e mães, sociedade em geral, pessoas de bom senso, precisam se erguer e fazer valer a sua voz. O Estado acaba de retirar do pai a guarda moral do seu filho.

Fez cumprir o que disse outra vez a Procuradora Débora Duprat, alegando que "a criança não pertente a família".

Implicitamente o pai foi classificado como retrógrado, preconceituoso e incapacitado de exercer sua autoridade sobre a educação ética e moral do próprio filho, que tem - APENAS - 12 anos de idade.

O Estado acaba de afirmar que um pré-adolescente (criança) possui mais capacidade de discernir sobre a própria vida e os temas complexos da sexualidade humana do que o seu pai.

O Estado está dizendo para você, pai e mãe, que se por acaso seu filho(a) decidir procurar a justiça para fazer impôr sua vontade contra as suas, você irá perder e ficará impotente, porque utilizarão como justificativa um estatuto (ECA) que julgam, de forma manipuladora, valer mais do que todo acolhimento, amor, criação e educação que uma família pode dar aos seus filhos.

Na prática, dizem que em nome da "dignidade humana e do livre desenvolvimento da saúde mental" a sua opinião e decisão sobre a vida dos seus filhos não valem absolutamente nada, tornando a imatura e limitadíssima visão de mundo, talvez, de uma criança ou mesmo adolescente, mais importante e dignas de confiança do que toda a sua experiência de vida.

A "dignidade humana" e "livre desenvolvimento" para esses ideólogos, significa fazer com que seus filhos não experimentem a frustração natural da educação de um pai ou uma mãe que por amor contraria alguns desejos dos filhos por acreditar no que é melhor para eles.


A decisão é fruto de ignorância científica, ideologia e modismo cultural


Para contestar essa decisão e demonstrar o quanto os profissionais que avaliaram o garoto estão equivocados, fazemos aqui uma pequena recapitulação do que já publicamos sobre estudos científicos, bem como a opinião de especialistas renomados que contrariam essa avaliação cientificamente absurda. Leia cada um dos textos indicados a seguir:

01 - Esse texto mostra que "Tratamento Hormonal para Transgêneros é um ERRO grave". Sem dúvida esse estudo é o mais importante já realizado recentemente sobre a possibilidade de tratamento hormonal. Ele é categórico! Para ler, clique no link acima;

02 - Esse outro cita o relatório do Instituto Hopkins, publicado no ano passado, refutando a tese de haver base biológica para o transgenderismo. Leia clicando AQUI.

03 - Aqui, o Dr. Stephen Stathis, psiquiatra e diretor de uma clínica de gênero na Austrália, afirma que o crescimento de crianças se dizendo "transgênero" possui relação com a influência cultural e traumas sexuais. Para ler, clique AQUI.

04 - Nesse post reportamos uma pesquisa que mostra o aumento de 500% no número de crianças se identificando como "transgêneros" nos últimos quatro anos, algo que demonstra e corrobora com a fala do Dr. Stephen sobre a influência cultural. Para ler, clique AQUI.

05 - Camille Paglia, considerada uma das maiores intelectuais da atualidade, feminista e homossexual, afirmou em entrevista aqui no Brasil que o surgimento de "transgêneros" é um sintoma de "colapso cultural". Para ler, clique AQUI.

06 - Sobre as possíveis causas para o comportamento divergente da identidade sexual. Ou seja, para o surgimento da disforia de gênero, leia AQUI , AQUI e AQUI.

07 - Esse é outro artigo importantíssimo, dado a mundialmente renomada especialista Dra. Michele Cretella, dizendo que "Transgêneros precisam de terapia e não de mudança de sexo". Está dividido em três partes.

Psicóloga Marisa Lobo disse estar em "pânico" com a decisão


A Psicóloga Marisa Lobo, palestrante e autora de livros que tratam sobre o tema "ideologia de gênero", sendo uma das principais vozes de alerta contra a doutrinação ideológica em nosso país, disse estar em "pânico" com essa decisão judicial. Em um áudio divulgado por ela em sua rede social, Marisa disse que:

"Recentemente a ideologia de gênero foi colocada na educação, mentiram que saiu da educação, foi uma confusão toda. Não! Ela está na educação. Ela está manipulando, alienando a mente dos adolescentes, das crianças. Ela está promovendo a disforia de gênero", disse ela, pedindo em tom de extrema preocupação que líderes de todo país abram espaço para falar sobre o tema, convocando profissionais capacitados para abordar o assunto e orientar as famílias, mas "não falem de modo errado", frisou.

"Você que é psicólogo, você que é pastor, você que é crente, não crente, que é espírita, sei lá que religião que tenha, porque isso não tem nada a ver com religião. Isso não tem nada a ver com a tua profissão, tem a ver com vida, com ciência. Estão manipulando a mente das crianças. Estão promovendo a disforia de gênero", continuou Marisa.

"Vários institutos, inclusive o Hopkins, que faz cirurgias há 50 anos de transexualização, fez um alerta mundial implorando para que as pessoas no mundo não promovam a ideologia de gênero. A nossa política é podre, nossos Deputados são incompetentes, porque onde já se viu passar uma coisa dessa e ninguém falar nada?", questionou desabafando.

"Eu estou em pânico, em pânico... Por favor façam alguma coisa. Abram pelo menos suas cabeças, tentem ler sobre o assunto, levem nas suas igrejas, porque o desespero é muito grande, depois não adianta chorar, nós vamos ser presos.", disse ela, lembrando mais um caso de perseguição por denunciar as mentiras da ideologia de gênero:

"Eu já estou com um novo processo na Bahia. O próprio coordenador [Leandro Colling] do seminário "CUS" (...) está me processando para me proibir de falar da ideologia de gênero."

No final da mensagem, Marisa pede para que as famílias se envolvam mais e cada um assuma maior responsabilidade para reagir contra a ideologia de gênero.



Com informações: MPMG
Comentário: Will R. Filho
Foto: Disponível na internet


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2 de agosto de 2017 10:03

É de vital importância verificar se foi concedida ao pai a oportunidade de produzir contra-provas periciais. Se não o foi, creio que a interposição de recurso e a o pedido de ação correicional é medida que se impõe.

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Anônimo
2 de agosto de 2017 17:53

Certeza que isso é coisa de ex-mulher....

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3 de agosto de 2017 18:37

Meu Jesus , guarda a sua Igreja desse atribulado .

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Anônimo
7 de agosto de 2017 07:49

os crente do rabo quente vai a loucura.... como se as crianças focem propriedades dos pais...

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Anônimo
8 de agosto de 2017 06:37

Gostaria de saber se quem fez o comentário examinou o adolescente ou está diagnosticando sem nunca ter posto os olhos no paciente. Aliás, o comentarista é médico especializado no assunto?

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