VÍDEO: Homem toca saxofone durante cirurgia para retirar um tumor do seu cérebro


O caso de Fabbio é assunto de um estudo publicado na revista Current Biology, e lança um novo olhar sobre como a música é processada no cérebro.


Na primavera de 2015, Fabbio Dan trabalhou como professor de música substituto em uma escola de New Hartford, Nova York. Ele estava em um pequeno escritório na escola trabalhando em um projeto para o mestrado de educação musical, quando começou, de repente, a "ver e ouvir coisas que sabia que não eram reais".


Ele ficou tonto e enjoado e o episódio provocou uma visita ao hospital na Cidade vizinha de Utica, mais tarde naquele dia. Após uma análise, os médicos conversaram com Fabbio e disseram que encontraram uma massa em seu cérebro.

"Eu tinha 25 anos na época e não acho que haja idade em que seja bom ouvir isso", lembrou Fabbio. "Eu nunca tinha tido nenhum problema de saúde antes e a primeira coisa que minha mente passou foi o câncer".

A boa notícia era que o tumor parecia ser benigno - na verdade, provavelmente estava crescendo lentamente desde a infância - e estava em uma área do cérebro que era relativamente fácil para os cirurgiões acessarem. A notícia ruim era que ele estava localizado em uma região que é conhecida por ser importante para a função musical.

Fabbio foi encaminhado para UR Medicine's Del Monte Institute for Neuroscience, para ser atendido pelo neurocirurgião Dr. Webster Pilcher.

"Quando conheci Dan pela primeira vez, ele expressou o quão preocupado estava em perder sua habilidade musical, porque isso, francamente, era o mais importante para ele em sua vida, não só a sua subsistência, mas sua profissão e seu interesse pela vida", Disse Pilcher.

Assista o vídeo:



Uma vez que o tumor havia sido removido, os cirurgiões autorizaram trazer o saxofone para deixar Fabbio tocar. "Isso nos fez querer chorar", disse Marvin. "Ele tocou com perfeição e, quando terminou, toda a sala de operações entrou em festa".

Fabbio já se recuperou completamente e voltou a ensinar música dentro de alguns meses após a cirurgia.


Por: Mark Michaud

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