Cientista brasileira faz descoberta pioneira para tratamento de câncer agressivo


Uma pesquisa apoiada pelo Centro de Terapia Celular (CTC) da USP traz novas perspectivas no tratamento de um dos tipos de tumores cerebrais cancerígenos mais agressivos, os astrocitomas.


Entre os diversos tipos de tumores cerebrais cancerígenos, 70% são astrocitomas, cuja fatalidade pode chegar a 90% dos casos. O astrocitoma se desenvolve a partir das maiores e mais numerosas células do sistema nervoso central, os astrócitos, assim chamados por ter a forma de estrelas.


O estudo conduzido pela bióloga Valeria Valente, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp, identificou as alterações genéticas com maior potencial de promover agressividade, revelando potenciais biomarcadores de prognóstico e genes candidatos a alvos terapêuticos.

A equipe trabalhou com células de astrocitoma coletadas de 55 pacientes no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto buscando assinaturas de expressão gênica associadas ao tempo de sobrevida dos pacientes. Os resultados dessa investigação foram publicados na revista Tumor Biology.


Com informações CTC / Efe

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