Arqueólogos fazem nova descoberta que confirma relatos bíblicos sobre o tempo de Jesus

Arqueólogos israelenses descobriram uma oficina de produção de vasilhas de pedra com 2.000 anos de antiguidade na Galilea, onde eram fabricados recipientes similares ao usado por Jesus para converter a água em vinho segundo narra o Evangelho de São Jõao.


"O fato de os judeus neste momento usarem vasilhas de pedra por razões religiosas está bem documentado nas fontes talmúdicas e no Novo Testamento", explicou nesta quinta-feira Yardena Alexandre, arqueóloga do Instituto de Antiguidades de Israel, que destaca o material utilizado pelo seu caráter ritualístico.


As vasilhas eram fabricada com cerâmica durante o Império Romano, material que os judeus consideravam impuro e não apropriado para rituais de purificação pela sua possibilidade de ruptura, por isso começaram a fabricar utensílios com pedra.

"É possível que os grandes recipientes de pedra do tipo mencionado nas Bodas de Caná da Galilea fossem produzidos localmente", acrescentou Alexandre sobre este achado que "proporciona uma evidência fascinante do lugar central da pureza ritualística na vida quotidiana dos judeus galileos durante o tempo de Jesus".

As escavações começaram após os achados durante os trabalhos de construção de um centro esportivo e, segundo os especialistas, apontam que os residentes desta zona há 2.000 anos seguiam "escrupulosamente" as normas judaicas.

"A observância destas leis de pureza foi generalizada não só em Jerusalém, mas também em toda Judeia e Galilea pelo menos até a rebelião de Bar Kojba (contra o Império romano), que terminou em 135", precisou Yonatan Adler, diretor das escavações.

Comentário:

A Bíblia Sagrada é o documento com maior autoridade histórica da humanidade. Não existe nenhum outro registro histórico conhecido até então, que consiga reunir o grande número de critérios para se definir o nível de confiabilidade de um registro histórico, como os que a Bíblia reúne.

Em outras palavras, você não pode afirmar que confia na existência histórica de Platão, se não confiar também na existência do "homem" Jesus Cristo, ou do Apóstolo Paulo, autor de vários livros/cartas do Novo Testamento. Entender e reconhecer isso não depende da sua fé, mas do seu conhecimento acerca dos fatos históricos e do processo pelo qual a arqueologia define a confiabilidade de um documento.

A descoberta acima é apenas mais uma entre as dezenas que confirmam a historicidade dos relatos bíblicos.



Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho

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11 de agosto de 2017 22:56

Se a bíblia for a única fonte de verdades arqueológicas nos estamos1000anos atrasados em conhecimentos.Ate Moisés Deus não tinha lei pra o povo dele seguir,queimavam animais e gente pra esse Deus.O homem foi feito do barro e a mulher da costela dele,só q não falta costela nos homens,e o ser humano não tem nem 7 mil anos,,não havia dinossauros na terra,nem fotosintese.Um homem fez um barco e colocou todos casais de animais da Terra dentro desse barco... Me poupem q a bíblia serve como fonte de estudo pra qualquer tema...

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12 de agosto de 2017 13:21

Olá Gloria, como vai?

Em primeiro lugar, não foi dito que a Bíblia é a "única" fonte de verdades arqueológicas, mas sim que é a mais confiável no conjunto das evidências acerca do que ela diz.

Em segundo, é uma pena que você pense as demais coisas que citou. Percebe-se que você desconhece a gama de estudos envolvendo a Bíblia e a razão pela qual ela é o documento de maior confiabilidade histórica de posse da humanidade. Rigorosamente, negar isso é não conhecer os critérios dessa análise.

Suas críticas são compreensíveis, mas são ultrapassadas na perspectiva científica, em matéria de crítica bíblica. Portanto, recomendamos profundamente que você, caso tenha real interesse de ir além do senso comum, procure estudiosos renomados, isentos de ideologias, religiosos e não religiosos, para que você entenda melhor.

Uma dica para iniciar: Leia os volumes de "Evidências que Exigem um Veredicto", de Josh McDowell.

Por fim, não aceitar o que a Bíblia afirma em matéria de fé, e seguir seus ensinos, é uma coisa. É direito seu rejeitar, se quiser. Entretanto, não reconhecer a sua historicidade e singularidade como documento histórico não se trata de fé, mas de falta de conhecimento.

Abraço.

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