ALERTA: "O movimento transgênero ganhou pernas na comunidade médica e em nossa cultura", diz Pediatra

A ideologia de gênero alega que não existe "natureza humana" para conseguir desprezar a importância do sexo biológico. Dessa forma, qualquer pessoa pode afirmar ser qualquer coisa, inclusive um dragão. Este é o caso de Richard Hernandez, um homem "transgênero" que decidiu ser a primeira "Mulher Dragão" do mundo.


Esse texto é a segunda parte do artigo "Médica mundialmente reconhecida faz grave alerta sobre a ideologia de gênero". Se você não leu a primeira parte, clique no link acima.  

Na segunda parte desse texto, a Drª Michelle Cretella, Presidente do Colégio Americano de Pediatria, aponta algumas mudanças em relação às políticas de saúde sobre o tema "transgêneros".

Segue:

As "clínicas de gênero" pediátricas são consideradas centros de elite para auxiliar crianças que estão angustiadas pelo seu sexo biológico. Esta condição angustiante, uma vez desordenada da identidade de gênero, foi renomeada como "disforia de gênero" em 2013.

Em 2014, havia 24 dessas clínicas de gênero, agrupadas principalmente na costa leste e na Califórnia [nos Estados Unidos]. Um ano depois, havia 40 em todo o país.

Com 215 programas de residência pediátrica agora treinando futuros pediatras em um protocolo de confirmação para transição [de gênero, ou "mudança sexual", como alguns dizem] e tratando crianças com gênero-disfórico, as clínicas de gênero continuam proliferando.

No verão passado, o governo federal afirmou que não exigiria que o Medicare e o Medicaid [planos de saúde subsidiados pelo governo americano, um para pessoas com mais de 65 anos e o outro para os demais com baixa renda] cobrissem procedimentos de confirmação para transição em crianças ou adultos, porque especialistas médicos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos achavam que os riscos geralmente eram muito altos e os benefícios também não estavam claros.


Desconcertado por essas descobertas, a "World Professional Association for Transgender Health" [Associação Profissional Mundial para Saúde Transgênero] prosseguiu, afirmando - sem evidência - que esses procedimentos são "seguros".

Duas associações pediátricas líderes - a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Pediátrica de Endócrino - seguiram em percurso, endossando a abordagem de confirmação para transição mesmo quando a última organização admitiu dentro de suas próprias diretrizes que o protocolo de confirmação para transição é baseado em poucas evidências.

Eles até admitem que a única evidência forte sobre essa abordagem [que visa confirmar a necessidade para "mudança de sexo"] é o risco em potencial de saúde para as crianças.

A ideia de confirmação para transição [sexual] afirma que as crianças que "insistem consistentemente e persistentemente" que não pertencem ao gênero associado ao seu sexo biológico, são transgêneros.

(A verdade é que, em nosso cotidiano e na psiquiatria, qualquer pessoa que "insiste consistentemente e persistentemente" em qualquer outra coisa contrária à realidade física é considerada confusa ou delirante, e isso está sendo convenientemente ignorado.)

O protocolo de confirmação para transição diz aos pais para tratarem seus filhos de acordo com o gênero que eles desejam, também com bloqueadores da puberdade [inibição hormonal] por volta dos 11 ou 12 anos, se eles forem disfóricos de gênero.

Se, aos 16 anos, os jovens ainda insistirem que estão presos no corpo errado, são tratados com hormônios cruzados [aplicação de hormônios do sexo oposto] e as meninas biológicas podem obter uma mastectomia dupla [remoção completa dos seios através de cirurgia].

As chamadas "cirurgias inferiores", ou cirurgias de reatribuição genital [conhecidas como cirurgias de "mudança de sexo"], não são recomendadas antes dos 18 anos de idade, embora alguns cirurgiões tenham discutido recentemente contra essa restrição.

O protocolo para confirmação de transição foi parar nas instituições públicas, na mídia, educação e em nosso sistema legal, e agora é recomendado pela maioria das organizações médicas nacionais.

No entanto, há exceções contra esse movimento, além do "American College of  Pediatricians" e da "Alliance for Therapeutic Choice". Também são contra a Associação dos Médicos e Cirurgiões Americanos, as Associações Cristãs de Medicina e Odontologia, a Associação Médica Católica (...).

O movimento transgênero ganhou pernas na comunidade médica e em nossa cultura, oferecendo uma narrativa profundamente imperfeita. Isso, porque, as pesquisas científicas e os fatos contam uma história diferente.

[Clique AQUI para ler a terceira e última parte dessa série de artigos sobre "transgêneros", onde a Drª Cretella apresenta oito (08) motivos, com base em estudos científicos, pelos quais a ideologia de gênero deve ser rejeitada.]


Por: Drª. Michelle Cretella
Adaptação: Opinião Crítica

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