URGENTE: Federação Israelita se manifesta contra visita de muçulmano que prega o extermínio de Israel ao Brasil

A Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) manifestou nesta quarta-feira seu repúdio à visita ao Brasil de um clérigo iraquiano a quem acusa de defender a destruição do Estado de Israel.


A entidade manifestou em um comunicado que "repudia veementemente a vinda a São Paulo do Aiatolá xiita iraquiano Mohsen Araki, que em suas pregações conclama à destruição do Estado de Israel".

O clérigo [muçulmano] é secretário-geral da União Internacional para o Acercamento dos Muçulmanos e, apesar da sua nacionalidade iraquiana, tem estreitos laços com as autoridades iranianas, especialmente com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.


Araki participará nos próximos dias em uma série de conferências em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo iraniano no Brasil, incluindo uma no próximo sábado no Novotel Center Norte de São Paulo sobre "Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo radical".

O religioso definiu Israel como "um câncer que tem que ser extirpado do Oriente Médio" após um recente encontro com o líder do grupo xiita libanês Hezbollah [um dos principais grupos terroristas do mundo], o xeque Hassan Nasrallah.

A Fisesp considera contraditório um clérigo com "ligações estreitas com o grupo Hezbollah" se pronunciar no Brasil sobre o "enfrentamento ao terrorismo e radicalismo" [não há contradição alguma, visto que na doutrina islâmica a mentira e omissão da verdade são permitidos para atingir determinadas finalidades, como a promoção do terrorismo, por exemplo].

"Não podemos permitir que manifestações perigosas de discriminação, destruição e ira sejam semeadas em nosso país, importando para cá um conflito que não queremos ver em nossa terra", afirmou o presidente da Fisesp, Bruno Laskowsky, citado no comunicado.

A organização acrescentou que, em associação com a Confederação Israelense do Brasil (Conib), adotará as medidas necessárias para "deixar as autoridades brasileiras cientes desta questão".

Comentário:

É um verdadeiro absurdo a presença desse elemento em nossa terra. Na prática, Araki é um dos cérebros do terrorismo islâmico no mundo, essa é a grande verdade que precisa ser dita e repercutida. Alguém que prega a aniquilação de uma Nação, como a de Israel, está claramente se definindo como um genocida e promovendo o terror.

Se as autoridades brasileiras não tomarem providência, a população israelita no país e todos os cidadãos com um mínimo de bom senso precisam se manifestar, repudiar e tomara impedir a realização de tal evento, que certamente não possui outra finalidade, senão expandir a ideologia islâmica antissemita em nosso meio.


Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho

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