DENÚNCIA: Empresa de videgames promove exploração sexual e a pornografia para menores de 18 anos em jogos online


Uma loja de jogos online, com cerca de 35 milhões de usuários menores de 18 anos, está facilitando a coerção sexual e a pornografia através da interação virtual, para usuários de todas as idades. Isso ocorre através da plataforma de distribuição de videogames Steam®, que foi desenvolvida pela Valve Corporation.


O Centro Nacional de Exploração Sexual [EUA] está solicitando ao distribuidor de videogames que remova esses jogos e pede ao público que envie mails aos executivos da empresa sobre suas preocupações.


"A exploração sexual não é um jogo", disse Dawn Hawkins, diretor executivo do Centro Nacional de Explotação Sexual. "A Steam, uma popular plataforma de distribuição de videogames que pode ser comparada ao Walmart na distribuição de jogos online, está vendendo jogos que normalizam e promovem a coerção e exploração sexual. Estes jogos, Studio Tycoone e Studio Tycoon, estão disponíveis facilmente para cerca de  35 milhões de  crianças que compram jogos de videogames fora do Steam."

"O jogo [...] está literalmente treinando seus usuários em táticas predatórias para agressão sexual e até mesmo tráfico sexual, que envolve pessoas vivas offline em escolas secundárias, universidades, bases militares e muito mais".

"O jogo inclui características perturbadoras que permitem que os usuários aumentem suas chances de ter relações sexuais com uma mulher no jogo, se eles manipularem e forçarem mulheres a praticarem sexo. Diferentes fases de jogos incluem chantagens usando imagens nuas, aumentando o consumo de álcool feminino... [o objetivo é juntar "amigos" em uma festa e fazer sexo com mulheres que ficam isoladas. Observe que há um paralelo com alguns casos de "estupros coletivos" já noticiados pela mídia] Os encontros sexuais são de evidente pornografia animada, com genitália, ejaculação e muito mais".

"O jogo Studio Tycoon se concentra em temas sexuais onde o usuário atua como pornógrafo. Inclui sons sexuais, personagens hipersexualizados e representações genéricas de atos sexuais, embora não haja nudez total. Esse jogo promove e glamoriza a indústria pornográfica exploradora, onde os artistas freqüentemente sofrem traumas físico e emocional, como o Transtorno de Estresse Pós-Traumático".

"O Steam vende e promove esses jogos para usuários de todas as idades e requer apenas um simples clique de um botão para passar por um aviso superficial de que o material pode não ser adequado para todas as idades. Esses jogos violam diretamente as  próprias políticas da Steam contra conteúdos pornográficos ou ofensivos."

"O Centro Nacional de Exploração Sexual está intimando o Steam e sua empresa-mãe, a "Valve", para que removam esses jogos da loja e apliquem políticas mais robustas contra a venda de jogos que normalizam ou glamorizam a exploração sexual. Pessoas interessadas podem enviar e-mails aos executivos da Valve clicando aqui", concluiu Hawkins.

Comentário:


Recentemente no Brasil ouve um alvoroço após o caso de um estupro coletivo no Rio de Janeiro. Diversos grupos feministas afirmaram que casos como o ocorrido se deve a uma coisa chamada "cultura do estupro", a qual, de forma direta, atribuem indiscriminadamente ao "machismo".

Na ocasião publicamos um texto chamado "Cultura de estupro tem nome: pornografia", afirmando que se há uma "cultura do estupro", ela está sendo produzida e incentivada, principalmente, através da indústria pornográfica, sobre a qual não vemos reclamações desses mesmos grupos em "defesa da mulheres" (?).

A disseminação cada vez maior de jogos pornográficos, muitos dos quais a pornografia está explícita e implícita, é apenas mais um exemplo da tal "cultura do estupro" que a grande mídia insiste em ignorar. O fato de serem facilmente encontrados e acessados por públicos de todas as idades, especialmente menores de 18 anos, seria mais do que suficiente para serem vetados e alardeados nos meios de comunicação como conteúdos ilegais e até criminosos, uma vez que promovem situações violência sexual também contra mulheres.

Todavia, o que faz com que esses conteúdos permaneçam no ar e passem para muitos despercebidos? Até que ponto a cumplicidade de muitos e o moralismo seletivo legitima essas e outras formas de exploração sexual, especialmente dos mais jovens? Pense e tire suas conclusões.


Fonte: Life Site News
Comentário: Will R. Filho

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