REAÇÃO: Governo proíbe desenhos infantis por "glorificar o comportamento homossexual" e promover a agenda LGBT

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O governo queniano proibiu seis desenhos animados do canal Nickelodeon e Cartoon Network, a fim de lutar contra o que classificou como tentativas de "glorificar o comportamento homossexual" e causar "dano" ao julgamento moral das crianças.


O Conselho de Classificação Indicativa do Quênia (KFCB) se posicionou contra os desenhos da Nickelodeon "The Loud House", "The Legend of Korra" e "Hey Arnold", da mesma forma com os desenhos da Cartoon Network "Steven Universe", "Adventure Time" e "Clarence", afirmando serem "prejudiciais" para a família.

Segundo a denúncia do KFCB, os desenhos em questão surgiram para tentar "normalizar, tornar elegante e até glorificar o comportamento homossexual.".

Os quenianos responsáveis pela avaliação declararam que esses seis desenhos animados "estão tentando introduzir um comportamento desviante nas crianças", chamando tais esforços de "desagradável e impróprio".


O KFCB também acrescentou que esses materiais "dirigidos para crianças procuram prejudicar o juízo moral delas sobre a instituição familiar", informando que já enviaram um comunicado para a MultiChoice, empresa que detém os direitos de transmissão dos desenhos, para informar a proibição.

O desenho "The Legend of Korra" mostrou um beijo entre personagens do mesmo sexo em um de seus episódios, apesar de terem sido "drag queens" entre os personagens nos desenhos da Nickelodeon, como no casamento gay do desenho "The Loud House".

"Os desenhos infantis estão repletos de mensagens estranhas destinadas à promover a agenda Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênero (LGBT) no país", diz um trecho da declaração emitida pela KFCB.

Os atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são ilegais no Quênia, que é um país predominantemente cristão. Segundo o Governo, os que cometem tais crimes podem ir parar na prisão.

Ilustração do beijo homossexual no desenho Legend Of Korra

A empresa VIMN na África [responsável por administrar alguns canais de TV] respondeu dizendo que concorda em retirar do ar os desenhos da Nickealodeon.

"Nós reconhecemos as preocupações expressas pelo Conselho de Classificação Indicativa do Quênia. À medida que vamos explorando nossa variedade de opções, vamos suspender os desenhos em questão no Quênia ", disse o comunicado.

Outros desenhos em exibição que abordam temas LGBT também estão sendo boicotados por grupos de cristãos nos Estados Unidos.

Um milhão de mães, no mês de maio, lançou uma petição contra o canal Disney XD, após a empresa publicar por várias vezes um episódio de beijo gay no popular desenho animado "estrelas contra as forças do mal".

"Este é o último lugar [nos desenhos] onde os pais esperam que seus filhos sejam expostos a conteúdo em relação à orientação sexual. Tópicos desta natureza estão sendo introduzidos muito cedo e estão se tornando muito normal e desnecessário", diz um trecho da petição.

Comentário:

Na ocasião do texto onde tratamos da exibição de um beijo gay em um desenho da Disney, publicamos o seguinte comentário:

"A identidade de gênero sexual na criança possui um período de formação que vai, em média,  dos 02 aos 04 anos de idade, muito embora a orientação sexual não seja imutável. Todavia, esse é o período em que a criança absorve as principais referências da sexualidade através do aprendizado e experiências sociais, como na relação entre pai e mãe.

Não por acaso, essa fase também é o período de maior absorção de conhecimento e identificação da criança través dos DESENHOS, símbolos, jogos e brincadeiras de modo geral. Dessa forma, a criação de personagens gays e a inclusão de temas homossexuais em desenhos infantis é uma maneira de não apenas "educar" as crianças segundo a ideologia de gênero, como induzir o comportamento homossexual.

Isso ocorre porque lamentavelmente os desenhos estão sendo instrumentalizados para fins ideológicos e políticos, deixando de ser um espaço dedicado a neutralidade das crianças, infantil e, portanto, isento das polêmicas sociais, para se tornar um campo de confronto ideológico."

O contexto é o mesmo, por isso repetimos. Porém, vale ressaltar que dessa vez o Governo queniano resolveu agir em nome da maioria da sua população. Não fez errado, visto que fez uso de um poder legalmente constituído e não autoritário.

Essa foi sem dúvida uma medida nacionalista, visando proteger a cultura do povo local, o que é louvável numa época onde os meios de comunicação são utilizados por "globalistas" para destruir tudo o que confronta seus interesses.


Fonte: Christian Post
Comentário: Will R. Filho

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12 de julho de 2017 16:26

Como se as pessoas nunca fossem ver um beijo gay... Ainda mais hoje com a Internet kkkk... Gente paranoica. Se o cara é ou vai se descobrir gay nada impede... Mas viver as escondidas, trair suas esposas,viver infeliz no segredo pode... A hipocrisia reina no mundo.

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