Donald Trump da outro golpe na indústria do aborto e corta verba de fundo internacional


Os Estados Unidos cortou seu apoio a uma entidade das Nações Unidas que promove o aborto no exterior, anunciou o Departamento de Estado. Líderes pró-vida estão elogiando o Presidente Trump pela decisão.

Em uma carta oficial  a Bob Corker, do Tennessee, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado, o Departamento de Estado disse que não mais financiaria o Fundo de População das Nações Unidas (UNPFA) porque o grupo "apoia ou participa da gestão de um programa de aborto coercitivo ou da esterilização involuntária ".

O Departamento de Estado também observou que uma vez em que na China "políticas de planejamento familiar ainda envolvem o uso de aborto coercitivo e esterilização involuntária", e que o "UNFPA é parceiro em atividades de planejamento familiar com a agência do governo chinês responsável por essas políticas coercivas", os EUA devem retirar o apoio financeiro a essa entidade.

Os defensores pró-vida e opositores de longa data do controle da população [através do aborto] ficaram contentes com a medida.


"Esta é outra promessa mantida [do Presidente Trump], e à velocidade da luz", disse Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, numa entrevista nesta terça-feira ao The Christian Post.

Mosher destacou que é notável que isso tenha ocorrido nos primeiros meses do governo Trump, mesmo comparado aos presidentes pró-vida anteriores.

"Compare isso com 2001 a 2002. Demoramos um ano para convencer o secretário de estado de George W. Bush, Colin Powell, que era pró-aborto e controle pró-populacional para cortar o financiamento para a UNPFA", disse ele.

Mosher afirmou ainda que não havia "dúvida" de que a ONU conspira com o governo chinês desde 1979, quando adotaram sua infame política de um filho para reduzir sua população.

"Estamos emocionados que os EUA não estão mais financiando o aborto forçado e a esterilização involuntária na China", disse Reggie Littlejohn, presidente da Women's Rights Without Frontiers, à LifeSiteNews na  terça-feira.

"O sangue de mulheres chinesas e bebês já não estará em nossas mãos... ", disse ela.

Comentário:

Trump demonstra mais uma vez como seu governo NÃO está alinhado ao globalitarismo da ONU, um dos motivos pelo qual tem sido criticado assiduamente pela grande mídia. O fato é que medidas como essa demonstram que seu objetivo condiz com suas promessas de governo, o que deve aumentar a ira dos adversários, visto que fazendo isso, Trump ganha a confiança dos seus eleitores.

A postura anti-aborto dos Estados Unidos é muito importante para o mundo, ao menos do seu governo, apesar de já tê-lo "legalizado" desde 1973. Se esse governo continuar assim, nada impede que os conservadores no país consigam revogar, também, a legalização do aborto responsável por mais de meio milhão de mortes de inocentes todos os anos.


Com informações: The Christian Post
Comentário: Will R. Filho

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