URGENTE: Estados Unidos critica a ONU por não reconhecer genocídio de cristãos

 Estados Unidos cobra da ONU o reconhecimento do genocídio cristão e diz que tomará ações imediatas para eliminar o Estado Islâmico

O Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ) dos Estados Unidos enviou uma carta a Representante Permanente do país na ONU, Nikki Haley, ordenando que cobre da entidade o reconhecimento do genocídio de cristãos e outras minorias religiosas promovido pelo Estado Islâmico.

Enquanto mais de 900 mil cristãos foram mortos entre 2005 e 2015, segundo levantamento feito pelo Instituto de pesquisa do Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts, e o instituto Portas Abertas, que monitora os índices de perseguição religiosa no mundo, a ONU faz vista grossa a esse massacre e com ela os grandes veículos de mídia.

“É imperativo que as Nações Unidas reconheçam formalmente que as atrocidades cometidas pelos Estados Unidos contra os cristãos, yazidis e outras minorias religiosas e étnicas no Iraque, na Síria e em outros lugares, sejam reconhecidas como genocídio para implicar as obrigações da comunidade internacional de acordo com a Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio, e a responsabilidade bem estabelecida de proteger as vítimas de genocídio”, diz a carta.

O genocídio de cristãos em todo mundo devido a perseguição religiosa tem aumentado assustadoramente, não apenas no Oriente Médio.

Em países da Ásia e da África, também influenciados pelo radicalismo islâmico e por outros regimes autoritários, como o comunismo da Coreia do Norte, China e o Hinduísmo na Índia, bem como filiais do Estado Islâmico no Egito e no Sudão, tem promovido um verdadeiro massacre orquestrado contra comunidades cristãs nesses países.

Segundo o Gordon-Conwell, cerca de 70% desses cristãos são mortos devido a conflitos tribais, especialmente na África. Com isso, os assassinos disfarçam os assassinatos com a ajuda das autoridades locais, geralmente atribuindo a causa das mortes a outros fatores, como acidentes, rebelião contra o governo e a violência local.

Os Estados Unidos, todavia, tem sido a principal potência mundial a condenar abertamente o massacre de cristãos e prometido tomar ações imediatas para eliminar o Estado Islâmico e suas filiais.

“Desde 17 de março de 2016, a posição oficial dos Estados Unidos tem sido que o ISIS está cometendo genocídio contra cristãos e outras minorias religiosas, e nós instamos você (Nikki Haley) a promover essa política oficial dos Estados Unidos nas Nações Unidas.”, diz a carta.

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