"Tirem seus brincos de argola", diz estudante contra mulheres brancas por "apropriação cultural"


Duas estudantes do Pitzer College exigiram que as mulheres brancas parem de usar brincos de argola, alegando que "pertencem ao povo negro e moreno, que criou a cultura".

O jornal estudantil Claremont Independent, relatou ontem que uma mensagem pintada com spray na parede da liberdade de expressão da  faculdade, disse: "garotas brancas, tirem suas argolas!!!"

Em um e-mail enviado a todos no campus, Alegria Martinez, da Latinx Student Union, elaborou uma mensagem dizendo que ela e outras mulheres de cor estavam "cansadas e irritadas com o tema recorrente de mulheres brancas se apropriando de estilos".

Martinez disse que os brincos de argolas vêm "de um contexto histórico de opressão e exclusão", e que eles são usados, juntamente com delineador de olhos alado e lábio, como "um ato cotidiano de resistência, especialmente aqui no Claremont Colleges".

Jacquelyn Aguilera, que ainda precisa estudar dois anos para se formar, também presume que ela tem o direito de dizer quem pode ou não pode usar brincos de argola:


"Se você não criou a cultura como um mecanismo de enfrentamento para a marginalização, tire esses brincos de argola", escreveu Aguilera em um e-mail para suas colegas, completando:

"Se o seu feminismo não é interseccional, tire essas argolas. Se você tenta usar a minha cultura quando os criadores não podem mais lhe permitir, tire essas argolas. Se você é incapaz de usar um motor de busca [Google e similares] esperando outras pessoas para lhe educar, tire essas argolas. Se você não puder pronunciar meu nome ou soletrá-lo, tire essas argolas (...)".

Quanto a suas reivindicações históricas, Martinez e Aguilera estão erradas: brincos de argolas têm abrangido culturas diversas. Só a coleção do New York Metropolitan Museum, inclui brincos de argolas sumérios criados entre 2500-2600 a.c. Argolas egípcias, também, possivelmente de 1981 a.c e argolas dos francos que datam entre 675-725 AD (...) e várias dezenas.

Em outras palavras, os brincos foram usados ​​em eras e culturas, tanto pelos opressores como pelos oprimidos. Nenhuma cultura tem o monopólio da argolas.

Comentário:

A pobre garota caracteriza muito bem a soma de estudantes que hoje tacam foco em pneus, destroem bancas de escola, fazendo bloqueios, quebrando vidraças e virando lixeiras nas ruas. Eles executam, na mente e nas ações, o que é fruto da subversão ideológica produzida pelo discurso da "luta de classes".

Uma das coisas mais ridículas e incoerentes que temos ouvido falar nos últimos dias é a tal "apropriação cultural". Sinceramente, chega a ser vergonhoso imaginar que alguém tente utilizar tal argumento para defender o que a lógica diz ser indefensável. Acaso, ficaremos pelados, sem casa ou comida na dispensa?

Porque, se é nisso que você acredita, comece tirando suas roupas, mudando seu cardápio e excluindo da sua prateleira todos os livros escritos por autores estrangeiros. Do contrário, a única "apropriação" que você terá, será da incoerência.

Com informações: Heatst
Comentário: Opinião Crítica

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