Psicóloga Marisa Lobo rebate a reportagem do Fantástico sobre transgêneros

 A farsa do fantástico sobre pessoas transgênero

A Psicóloga Marisa Lobo, escritora e palestrante, autora do livro "Ideologia de Gênero na Educação", emitiu uma nota pública em suas redes sociais rebatendo a reportagem do Fantástico sobre transgêneros após sua segunda edição.

Na primeira reportagem que foi ao ar no domingo dia 12 de março, publicamos a matéria "A farsa do Fantástico sobre transgêneros - Uma mentira que você deve saber", bem como outras ao longo da semana visando maior esclarecimento sobre o tema, tendo em vista que poucos profissionais, como Psicólogos, se sentem "livres" para falar abertamente do conteúdo.

Dessa vez publicamos a nota de Marisa Lobo, exatamente como segue abaixo:

"Como PSICÓLOGA fico assustada com essa promoção dá transgeneridade em programas de TVs como algo corriqueiro, pois NÃO é. Falam de preconceito e esquecem de dizer que a promoção indiscriminada de pessoas transgênero pode levar a um TRANSTORNO DE IDENTIDADE DE GÊNERO, ou seja; A DISFORIA DE GÊNERO (CID10-F64).

Escondem o fato de que cerca de 82% dos casos não passam de uma confusão psíquica, de um conflito de  identidade(menor) e que não se desenvolve para a transgeneridade (DISFORIA). O que me leva a crer que há interesses escusos e ganhos secundários para essa vergonhosa desonestidade intelectual do Fantástico.

Temos que respeitar este transtorno na infância, tratar como tal e não fomentar falsas esperanças de que um dia, se bloquear a puberdade ou fizer cirurgia de significação sexual vai se tornar alguém do sexo oposto. Isso sim é crueldade, pois sabemos que segundo o maior instituto que faz cirurgias no mundo, o Hopkins, fez recentemente um levantamento assustador, afirmando que cerca de 62% dos transgêneros que fizeram cirurgia tentaram suicídio, por insatisfação com a cirurgia e não por preconceito social. Ou seja, após meses de sofrimento com uma cirurgia agressiva, foram tomados por uma depressão suicida, uma frustração sem fim.


Os pesquisadores por trás do relatório, Lawrence Mayer e Paul McHugh, dizem [que] condicionado (sic) crianças a acreditar que elas precisam de uma mudança de sexo para evitar problemas de saúde mental pode não ser útil. Além disso, eles mencionam que as pessoas que se submeteram à cirurgia de reatribuição sexual possuem muito maior risco de problemas de saúde mental, com uma taxa de suicídio 19 vezes maior do que a população em geral.

A Globo e todos estes que escondem a verdade científica em nome de um ativismo político ideológico deveriam ser processados.

Meu nome é Marisa Lobo. Como psicóloga, com 2 livros publicados sobre o tema e mais dois em conclusão, como pesquisadora de gênero há mais de 15 anos, tenho o dever de alertar.

Marisalobo@globo.com"

COMPARTILHAR

Edição:

Somos uma mídia independente, oferecendo conteúdo com perspectiva cristã através de comentários sobre notícias do Brasil e do mundo. Para apoiar, compartilhe nossos textos e curta a página no Facebook.

Anterior
Proxima
12 de julho de 2017 21:56

Não tem nem o que falar, basta ver esse monte de novelas que só tem baboseira e os programas pior ainda e big brother,a fazenda a casa e por ir vai, como dizia o grande Nelson Rodrigues os idiotas vão dominar o mundo pois são maioria

Resposta
avatar