Lula explora a pobreza de nordestinos com falta de água para se autopromover


Após anos de atraso na transposição do São Francisco e verbas bilionárias multiplicadas à cada nova "necessidade", Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, que recentemente se comparou a Deus (e em 2010 ao sofrimento de Jesus) em depoimento como réu da Lava Jato, dizendo para "não usarem seu nome em vão", junto com Dilma Rousseff, deposta por crime de responsabilidade, fez mais uma ação populista explorando a pobreza de nordestinos que sofrem por falta de água, para lançar uma espécie de "candidatura clandestina" e se autopromover.

A exploração da pobreza como forma de controle social é característica de governos totalitários


Pior, muito pior, do que a decisão voluntária de um povo de servir a uma "seita" chamada de partido, é a manipulação desse mesmo povo através da pobreza e carência de representatividade, mesmo que isso lhe custe a legitimação da corrupção.



A pior, desumana e mais inescrupulosa forma de manipulação social é através da pobreza. Com base nisso, impérios foram erguidos. Ditaduras estabelecidas e milhões de seres humanos assassinados.

Quem utiliza a necessidade do povo como veículo de ascensão pessoal é igual um psicopata, que mesmo sugando todo sangue e suor do outro é capaz de lhe fazer pensar viver no paraíso, mesmo que agonize nas profundezas de um inferno social e psicológico.

Cada vez mais, Lula demonstra através dos seus discursos uma capacidade de autopromoção e vitimismo que chama atenção de qualquer analista comportamental. Seu poder de persuadir as mentes simples, especialmente de populações carentes que dependem de poucos recursos, como em algumas regiões do Nordeste e várias partes do Brasil, é preocupante num país como o nosso.

O fato inegável é que para quem considera um prato de feijão com arroz e um punhado de carne seca na mesa de casa um luxo, ter água encanada irrigando o quadrado de terra no quintal é como uma bênção de Deus.

O pouco para quem vive na miséria é como um oásis no deserto; você não enxerga quem, muito menos como tal recurso chegou até você. O socorro fala mais do que a razão, mesmo que isso te custe à consciência de justiça. Tomara que o brasileiro saiba diferenciar as duas coisas e compreender que quem "rouba e faz" nada mais do que sua obrigação, não deve ser abonado pelo pouco que fez, mas sim julgado pelo muito que deixou de fazer.

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