Livro sobre "Heterofobia" é Censurado na UFRPE - A Verdade dos Fatos!

Fui testemunha ocular do que realmente aconteceu no dia 24/04/2015 na UFRPE, durante o lançamento do livro intitulado "Heterofobia: um Risco Para o Estado de Direito", do Prof. Dr. Ademir Ferraz. Por conhecer os métodos "queer" da militância LGBT, fiz questão de comparecer ao lançamento do livro, não apenas para me apropriar do conteúdo, uma vez que o ápice do evento era a palestra do autor sobre o livro, mas também para testemunhar o que já imaginava poder acontecer. Conforme o esperado, a palestra foi abruptamente interrompida aos gritos por dois militantes LGBT, que fizeram o "inferno" no local, inviabilizando a continuidade do evento. Darei meu relato a seguir EM DETALHES, de como tudo aconteceu, a fim de que isso sirva de testemunho VOLUNTÁRIO em defesa da VERDADE, contrariando a reportagem TENDENCIOSA, desonesta e jornalisticamente MEDÍOCRE do jornal FOLHA de Pernambuco, publicada hoje (29/04/2015) com a seguinte matéria: 

Matéria do jornal FOLHA de Pernambuco trata o acontecido de forma desonesta, tendenciosa e manipuladora, revelando um conteúdo jornalístico parcial e, portanto, sem qualquer credibilidade!
Segue abaixo o meu relato sobre o acontecido:



Chego na recepção da ADUFERPE (na UFRPE, local onde foi o lançamento do livro), por volta de 18:30h. Estava lá um rapaz, cumprimentei e entrei no local, uma sala ampla, feita de auditório, decorada e organizada para o evento. Havia um buffet contratado servindo as pessoas presentes. O Prof. Ferraz estava sentado em uma das mesas conversando, até então tudo normal.

Após um tempo, o rapaz que estava na recepção veio até o Prof. Ferraz perguntar que horas iniciaria a palestra. Como também esperado, havia poucas pessoas (ninguém quer assumir a "pecha" de polêmico, pois não pega bem para o "politicamente correto", certo?), por isso o evento teve início com quase uma hora de atraso. O Prof. Ferraz responde ao rapaz que esperaria até às 19:00h.

Ao abrir a palestra, às 19:00h, o Prof. Ferraz distribui exemplares do seu livro, indo a cada um dos participantes e dando pessoalmente um exemplar. Em seguida lamenta o não comparecimento do público, mas diz que em respeito aos presentes no local (dentre eles, EU), daria continuidade ao lançamento conforme o programado. Ele começa fazendo um breve comentário sobre os motivos que o levou a escrever o livro, afirmando que, apesar das críticas, não é uma pessoa homofóbica. Enquanto isso, o rapaz que estava na recepção assim que cheguei, havia sentado em uma mesa NA MINHA FRENTE, junto com outro rapaz muito parecido com ele. Os mesmos, durante a fala do Prof. Ferraz, pareciam fazer algumas anotações e observações do livro doado pelo Professor. O Prof. Ferraz abre em uma tela o slide da apresentação e começa a explanar o conteúdo do livro. Ele começa argumentando, dentre outros, que a homossexualidade não seria escolha, mas também não seria uma questão genética, e sim o que ele chamou de "INATISMO". Após isso começou a fazer uma breve diferenciação dos diferentes tipos de homossexualidade masculina, onde, resumindo, afirmou existir o homossexual que está em conformidade com seu sexo psicológico, portanto, em "equilíbrio" com sua condição, sendo classificado como "heterófilo", ou seja: aquele que convive bem com a sua sexualidade e com a dos outros, adequando-se à convivência social (em outras palavras, sem criar conflito com a sociedade), o homossexual "simpatizante", o qual transita entre relações homo e héteros, podendo estar bem com essa condição ou não, e o homossexual "heterófobo", isto é: o que tem dificuldade de aceitação do seu sexo psicológico e, por isso, está em "desequilíbrio" com ele, podendo resultar em conflitos com os demais tipos de sexualidade, como a hétero. Ou seja, no que pude entender não só pela fala do Prof. Ferraz, mas também pela leitura parcial do livro, a "Heterofobia" parte de quem é "Heterófobo". Para Ferraz, o Heterófobo possui uma condição psicológica equivalente ao "Homofóbico", sendo os dois igualmente conflitantes em suas relações com a sociedade e consigo mesmo. No livro, o Dr. Ferraz trás várias referências de pesquisas, artigos e livros nos quais esses termos (heterófilos e heterófobos) são mencionados, constituindo, segundo Ferraz, um conteúdo ideológico sustentado cientificamente.

Perceba você, caro leitor(a), que o conteúdo apresentado pelo Dr. Ferraz nesta fala, se analisado honestamente por qualquer indivíduo realmente comprometido com o conhecimento e desprovido de preconceitos, não significa qualquer violação à integridade física ou moral de qualquer indivíduo, seja ele homossexual ou não. Mesmo assim, embora o conceito de "Inatismo" ao meu ver favoreça a causa LGBT, os rapazes que estavam sentados à minha frente não estavam ali para considerar o conteúdo do livro, muito menos para se prestarem a pessoas "sanas" e inteligentes o suficiente para, no mínimo, pedir a oportunidade de questionar educadamente o autor. Não, eles estavam ali para CUMPRIR UMA AGENDA que, segundo a sua militância, é um "protesto" (de fato, um protesto... imbecil e criminoso, mas um protesto).

Foi durante a explicação do conteúdo acima, que um dos militantes se levantou da cadeira e gritou: "desequilibrado é você", emendando uma série de ofensas ao Prof. Ferraz e a "cultura machista e patriarcal", xingando o autor de "imbecil", "seu merda" e, claro... "homofóbico". Todos pararam, inclusive o Prof. Ferraz, para assistir o "show" do "militante" que continuou... ___"sabe para que serve esse livro?", retirou um isqueiro e ateou fogo no livro. Se dirigiu à frente do Professor e jogou o livro no chão, queimando. Antes disso, enquanto o primeiro "artista" fazia o "show", o segundo fazia esforço para vomitar sobre a mesa, a qual estavam comendo e bebendo, arrotando (sim, arrotando!) e fazendo sons de repúdio durante a fala do Professor. Ele chegou a vomitar, deixando para os garçons virem à mesa limpar a sujeira! O Prof. Ferraz por um momento tentou acalmá-los, dizendo, "se acalme, espere.... se acalme", mas não adiantou, afinal, o roteiro já estava pronto! Não importaria qualquer gesto de nobreza naquele ambiente que fosse feito em favor dos "militantes marionetes", eles foram para cumprir um mandato, e cumpriram! Não parou por ai....

Após isso se retiraram da sala. O Prof. Ferraz continuou dizendo: "Estão vendo? É isso o que estou falando, vocês viram que em momento algum eu ofendi ninguém aqui (...) não chamei ele de desequilibrado". Todos na sala ficaram estarrecidos e indignados com a situação, um verdadeiro, aqui sim, desequilíbrio de atitude perante uma defesa legítima de uma obra referendada por pesquisas e por um autor com mais de 33 anos de docência. Ressalto que não estou defendendo a obra como um todo, eu particularmente já discordo de alguns pontos do que li até hoje, mas minha discordância ideológica com -- alguns -- aspectos da obra não me conferem a "burrice" de julgá-la como imprópria ou sem mérito acadêmico. Se o livro fosse "Homofobia: uma ameaça aos direitos LGBT", eu teria o mesmo interesse de ler (como leio) e respeitar a publicação como peça literária, quer concordando ou não! Isso é o verdadeiro PENSAMENTO CIENTÍFICO, o qual não censura a liberdade de consciência, filosófica e muito menos científica. O "showzinho" não parou por ai....

Poucos minutos após o primeiro "show", os dois militantes entraram na sala gritando: "mas você ainda está ai? (...) continua com essa palestra ridícula?". Eles estavam dispostos a confrontar não só o palestrante, mas a todos que estavam ali querendo ouvi-lo, uma vez que aquela atitude desrespeitava a todos. Nesse momento os garçons do buffet se dirigiram até os militantes e pediram que se retirassem, eles não atenderam, continuaram andando até o Professor (os garçons seguiram), deixando todos alarmados com a possibilidade de eles agredirem fisicamente o professor (porque verbalmente já estavam) quando um deles pegou a caixa de livros sobre uma mesa localizada atrás do Professor, como tudo nos levou a crer, muito provável para destruí-la, rasgar, queimar, etc. como haviam acabado de fazer com o outro livro. Os garçons então seguraram eles pelos braços, dizendo que não poderiam fazer aquilo, puxando-os para fora do lugar. Eles resistiram empurrando os garçons, derrubando os objetos, caixa de som, etc. incitando uma luta corporal com os garçons. Os garçons, obviamente se defendendo e tentando controlar a situação, agarraram os militantes como puderam, pelo braço, roupa e cabelo (eles tinham dreads), finalmente conseguindo arrastá-los para fora do recinto. Enquanto isso, os militantes gritavam "estou sendo agredida (...) homofobia", enquanto também outros militantes na porta do local filmavam tudo!

Obs. Em contato com o Prof. Ferraz, ele depois lamentou o fato de não ter pensado em contratar um serviço de filmagem. Eu também, por não haver câmeras no local (não que eu visse), também não filmei com o celular, por achar que talvez pudesse piorar o clima do momento, especulando ainda mais o estardalhaço dos "militantes".

Ficamos todos abismados, o próprio Prof. Ferraz disse já esperar protestos, mas não daquela proporção. Do lado de fora da sala, os militantes convocavam os responsáveis pelo estabelecimento e diziam terem sido "vítimas de agressão". Rapidamente uma pessoa veio até a sala, solicitando os nomes dos "agressores". Que providência, não? Os militantes ameaçavam os garçons por "lesão corporal", mostrando os sinais da "agressão". Resultado: a palestra foi encerrada devido a instabilidade do local. Me dirigi até o Prof. Ferraz e o cumprimentei pela iniciativa de publicar um livro que viola o "politicamente correto", se dispondo falar o que muitos cogitam, mas poucos expressam. Também me coloquei a disposição do mesmo para testemunhar em justiça, caso fosse preciso, quanto ao ocorrido naquela sala. 

ATENÇÃO! Opinião Crítica e Considerações:

Amigos, desconheço um único homossexual de boa índole, consciência e inteligência que não se sinta estarrecido com acontecimentos desse tipo. Qualquer ser humano nessas condições ficaria. A grande verdade, e tenho escrito aqui no blog, assim como muitos igualmente vem escrevendo e argumentando, é que A ORGANIZAÇÃO LGBT NÃO REPRESENTA a comunidade homossexual, no que diz respeito aos seus verdadeiros interesses e necessidades. Atos bizarros como o provocado por esses militantes, na verdade, difamam essa comunidade, depreciam e prostituem toda chance de um diálogo franco sobre as questões da homossexualidade. Há uma ideologia política em curso no mundo, que visa desconstruir todo valor cultural diferente dela. Não se trata de inclusão. O discurso pela "diversidade" proferido por essas "entidades" é FALSO. Eles querem, na verdade, excluir o que não concorda com sua visão de mundo, para instituir a cultura deles, soberana, indiscutível e "perfeita". Para isso eles instrumentalizam "tudo", especialmente a mídia e as entidades políticas, representação de classes profissionais (sindicados), universidades, escolas, etc.

Está na hora dos homossexuais não representados por esses "alienados", se manifestarem e mostrarem quem realmente são, repudiando tais métodos publicamente, para que a população faça diferença entre eles e os demais. Um público sincero, que possui discordâncias, sim, mas que sabe dialogar, se posicionar e também respeitar quem se posiciona contrário a eles, por saber diferenciar pessoalidade e ideologia, pois também não conheço um único homossexual que sabendo se posicionar e respeitar, não seja igualmente respeitado. O bom senso impera na mente do ser humano, assim como a educação, acredite. Há sempre diálogo, acolhimento e respeito a quem se dispõe a tratar isso com a mesma recíproca. Infelizmente muitos homossexuais não se manifestam contra esse tipo de militância porque são perseguidos e discriminados por ela mesma, o que já é, por si, um absurdo inaceitável!

Por fim, deixo aqui registrado meu repúdio a reportagem da FOLHA de Pernambuco, bem como a qualquer outro meio de comunicação que trataram de forma tendenciosa o acontecido no lançamento do livro do Prof. Ferraz. Que este relato sirva como mais uma prova de que a militância LGBT utiliza métodos forjados para incluir na lista de "homofobia" e "agressões" contra a comunidade homossexual, casos falsos e/ou distorcidos, querendo ganhar visibilidade e privilégios políticos.

Abraço e até a próxima...

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