O "Golpe Silencioso da Esquerda" Contra a Democracia!



Não há quem não saiba atualmente que a melhor e mais eficaz forma de controle que existe não se dá pela imposição da força bruta, mas pela dominação da cultura, pela adesão às ideias, pelo aparelhamento das instituições. 


Esse processo- lento, mas visivelmente progressivo, vem se instalando no Brasil há décadas. Inverteram-se os papéis de heróis e de bandidos; valores viraram contra valores e vice-versa e o absurdo- pela força de sua repetição- tornou-se banal, corriqueiro, pela força anestésica que sua reiteração aplicou na consciência coletiva.


Como todo Partido genuinamente de esquerda, o PT não admite o contraditório, o oposto. Deve-se manter apenas um fantoche de oposição, um espectro sem forças e sem voz efetiva, apenas para que seja conferida a aparência de uma democracia sadia.


A dominação cultural foi tamanha que cessaram as vozes que efetivamente se punham a denunciar o estado de coisas. Com o advento da Internet, dois fenômenos se tornaram muito nítidos: o divórcio entre os reais anseios e visão política do povo e a ideologia dos partidos brasileiros; e a ascensão vertiginosa da popularidade de jornalistas, filósofos, advogados, etc, que se opunham à política governamental.


E é tão grande a carência que, mesmo um jornalista desconhecido, de uma filial sem visibilidade do SBT, consegue se destacar na Rede (Paulo Martins - TV MASSA). É que são poucas as vozes que clamam no deserto  e os transeuntes correm para ouvir o menor murmúrio. Entretanto, não conseguem suportar sequer essas vozes isoladas. Uma decisão política, sem dúvidas. O Jornal alcançou uma visibilidade que nunca alcançaria sem ele.


O Governo Federal analisa a possibilidade de cortar todos os milhões repassados ao SBT em razão de propagandas governamentais. Não gostam de pessoas como Raquel e Eduardo. Não lhes bastam que a maioria esmagadora da impressa sejam colaborativa ou recalcitrante: é necessário calar todas as vozes


Eles não vêem a hora de deixar de simplesmente apoiar ditaduras sanguinárias. Anseiam desesperadamente ser uma delas. Enquanto isso, vão mantendo o teatro, a farsa; pousando como heróis da democracia quando, desde a ditadura militar, só lutaram pelo totalitarismo, o pior deles, aquele que matou 100 milhões de pessoas no século passado.


As intenções já são claríssimas. Só não vê quem não quer. E amargurado percebo a veracidade dos versos de um poema: 

“um dia você aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam…”.


Para que o mal triunfe, basta que os bons se calem, já dizia Sto. Agostinho. Infelizmente, o que se vê é que se calam. Enquanto se desvela, de forma cada vez mais claro diante de nós, um protótipo de republiqueta bolivariana, a maioria apenas pensa consigo: “e eu com isso?”.

Por: Leandro Miranda

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