Nota de Repúdio ao "Beijaço Gay" em Cultos Religiosos!


O texto abaixo foi escrito por uma leitora do Opinião Crítica, a historiadora (UFPE) Ma. Giuliana da Matta. Sua nota é um repúdio ao "beijaço" Gay promovido durante um evento evangélico, no qual participava o Pastor e Deputado Marco Feliciano, em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Leia abaixo:

Nota de repúdio a "aborrecentes"!


Eles já conseguiram a legalização da união civil e agora querem mais o quê? Querem que o mundo rasgue todas as Bíblias em circulação? Porque somente assim, numa ditadura cultural, as pessoas vão engoli-los. O que estes ABORRECENTES IDIOTAS fizeram ontem (30/01/14) num evento evangélico, além de inconstitucional, é criminoso, pois escarnecer de qualquer manifestação de fé é crime! (Art. 208 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40) A lei diz qualquer uma, não só as religiões de matrizes africanas. 

Esses aborrecentes idiotas acharam mesmo que ofenderiam o Feliciano? Não! Eles ofenderam a senhorinha de 70 anos, o trabalhador, a criança. Eles ofenderam a mim! Aquelas pessoas queriam somente manifestar a sua fé livremente num espaço reservado para isto. Exatamente porque vivemos num país laico e não na ditadura cultural que estes aborrecentes imbecis querem impor.

Agora eu pergunto, onde estão os pseudointelectuais que tanto defendem a auteridade, para defender o direito dos evangélicos de livre manifestação da sua fé?

Quando evangélicos foram para as ruas de acessos - nem chegaram ao evento - à Av. Paulista, no dia de uma parada gay, segurando cartazes com versículos bíblicos, foram chamado de intolerantes. Agora veem dizer que o que estes aborrecentes fizeram foi manifestação. Por que de um lado é intolerância e do outro é manifestação? Porque é muito fácil exigir auteridade do outro, agora vai praticar! Vai praticar auteridade com relação aos evangélicos ali presentes.

Casais homossexuais se beijando durante evento religioso com a presenta de Marco Feliciano
Vamos lá, pseudointelectuais, pratiquem sua auteridade com relação aos jovens evangélicos presentes no local, com suas namoradas e seus namorados, mas que não estavam se beijando, porque aprenderam que expressões públicas de sua sexualidade não condizem com aquele ambiente. Não dá, não é? Auteridade é o outro quem deve praticar, não é?


Por que promover um "beijaço" num espaço religioso? Querem impor o quê?  

Sou evangélica e frequento espaços públicos onde vejo casais homossexuais com carícias e beijos. E mesmo não achando isto natural, ajo como se fosse, pois num país livre as pessoas tem o direito de livre expressão em locais públicos. Eu tenho o dever - jurídico e social - de respeitar estas pessoas. Mas não tenho a obrigação de concordar com elas. E isto, estes aborrecentes manipulados por uns facínoras, não aprenderam ainda. Aliás, tem muita "gente grande" que também não sabe, ou prefere continuar se idiotizando.

Para isto, para continuar manipulando gente burra, eles inventaram uma doença (homofobia) e distorceram o conceito patológico da palavra. Pura politicagem! Porque fobia é medo e quem tem medo não agride. Fizeram isso para impor na sociedade o terror - à lá Maquiavel - quando eles mesmos são seus maiores escarnecedores.

 A SDS/PE provou estatisticamente que a maior parte dos assassinatos de homossexuais (mais de 80%) foram passionais, ou seja, o criminoso tinha uma relação pessoal com a vítima. Onde está a homofobia?

Na prática, eles estão transformando as pessoas em homofóbicas, ou seja, a sociedade está ficando com medo deles. Afinal, os aborrecentes que promoveram os atos criminosos de ontem pensam que estão acima das leis em prol de suas escolhas sexuais. Eles mostraram que nem sequer sabem o que significa Estado Laico! Porque se soubessem não teriam promovido aquela ação vergonhosa até mesmo para os homossexuais de bem. Isto sim, dá medo. 

Por que não promovem um beijaço na frente da câmara de deputados? Num evento programado para isto? Por que precisam agir como sanguessugas num evento que foi programado para um outro grupo social? Porque adquirir respeito não é suficiente, eles precisam impor seu comportamento.

Eis o exemplo: em dezembro, com o patrocino da prefeitura, ou seja, com o uso do dinheiro público e o apoio da grande mídia, promoveram (em Pernambuco) a "pedalada contra a homofobia". Depois esta mesma mídia noticiou o sucesso do evento com 300 pessoas. No mesmo dia, sem patrocínio público e sem o apoio da grande mídia, uma igreja evangélica, em Piedade, promoveu uma pedalada com a participação de mais de 4000 pessoas, o objetivo não foi promover a igreja, mas arrecadar fundos para uma instituição que ajuda mais de 600 pessoas numa comunidade carente. 

Os evangélicos sabem que o são e, por isso, não precisam militar em causa própria. Então tomam para si a causa dos outros - opa, isso é auteridade, não? Mas quem não sabe o que é de verdade, quem não se conhece, precisa militar em causa própria. Como estes aborrecentes. 

Ai veem os pseudointelectuais me exigir a prática da auteriadade. Honestamente lhes afirmo que é impossível, por dois motivos. Primeiro, como praticar auteridade com um outro que nem sabe que é outro, mas que acha que o mundo deve girar em torno do seu umbigo? Minha auteridade seria entendida por ele como subserviência, mas, sinto muito, não servirei a outro rei senão Jesus. Segundo, os pseudointelectuais da pós-modernidade que exigem auteriadade são militantes de causa própria. Militância e auteriadade são comportamentos absolutamente incoerentes. Portanto, o que estes pseudointelectuais conseguem ser, o máximo, é hipócritas. E os hipócritas foram o grupo de receberam as críticas mais severas do Rei Jesus. Ser hipócrita, ou seja, militar por uma causa e exigir do outro auteridade seria desobediência ao Rei Jesus. E isto eu não farei.

O que estes aborrecentes conseguiram com o beijaço (de 2 pares) de ontem? Repúdio! De uma parcela cada vez maior da sociedade.

Obs. Parênteses do Opinião Crítica.

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