Quando o Direito do Sexo Fala Mais que o Prazer de Amar




O ato sexual assume diferentes significados em várias culturas. Ao longo da história, sexo foi sinônimo de prazer, reprodução e religiosidade, sendo mais ou menos valorizado de acordo com o entendimento dos povos.

Atualmente não é diferente, praticamos sexo por diversos motivos, no entanto, certamente o maior deles é devido a "compreensão" de prazer. 

Dificilmente relacionamos o ato sexual à vivência de sentimentos, quando estes existem, são geralmente associados a contos de fadas, histórias fantásicas (perdoem, o neologismo é proposital) que por si mesmas traduzem muito bem o conceito "distante" daquilo que não se experimenta na prática.

Quando o sexo se torna um "direito", o prazer de amar perde o seu valor. Escrevo e penso numa perspectiva, talvez, diferente da maioria, onde o sexo é mais que o amor. É um fim em si mesmo, suficiente para supostamente "satisfazer" as perspectivas humanas e fazer girar bilhões da economia em prol dos... "donos"!

Perspectivas tão passageiras quanto o ápice do sexo (orgasmo) é a felicidade daquele que supõem ter no ato sexual a "máxima" da sua vida.

O prazer de amar se sobrepõem ao ato sexual. Na verdade, faz dele uma consequência do querer ser "um com o outro". Não é o ato quem dita as regras, muito menos o ideal de "felicidade", mas o sentir-se pleno com àquilo que demonstra ser capaz para sustentar um prazer de não ser um, mas dois! 

Por essa perspectiva, o direito do sexo nos trás uma conotação egoísta, singular, momentânea e, talvez, culturalmente produzida, enquanto o prazer de amar supera qualquer singularidade, mas se completa no desejo de querer ser um com o outro, em prol dele, para ele, por ele.

Finalmente, essa é uma resumida reflexão sobre o prazer de amar, e o prazer do sexo. Qual deles você prefere?

Abraço e até a próxima... 

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