A luta não é pela Diversidade Sexual, mas sim pela Norma Social



Existe uma ideologia sendo posta em prática nos últimos 30 anos, não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro, que não tem haver com respeito e tolerância ao diferente (não apenas os homossexuais, mas uma série de outras compreensões acerca de sexualidade e comportamento que prefiro não mencionar agora), mas sim com a implantação de uma compreensão humana (comportamental) que visa desconstruir muito do que entendemos ser importante e "normal". 

O grande problema disso está exatamente na ideia de -- desconstrução -- ao invés de tolerância e compreensão. Esses tais militantes de direitos, onde a bandeira humana serve de escudo contra a crítica, não querem apenas ser, querem o privilégio de ser e implantar no outro o que desejam. Pois bem, como instaurar uma geração de pessoas -- assexuadas -- sem desconstruir primeiro a ideia culturalmente normativa de sexo relacionado ao biotipo (pênis = homem, vagina = mulher)? Como instaurar a comprensão de famílias alternativas em que filhos poderão ser encomendados (Sim, encomendados. Isso não é exagero), sem desconstruir a ideia de valor acerca da consanguinidade? 

Agora, finalmente, como emergir essas e outras (muitas outras) questões que desafiam a "normatividade", sem fazer uso de uma postura taxativa (leia-se forma pejorativa) em relação a norma? Volto a dizer, o problema não é o diferente querer ser respeitado como tal (o que seria lúcido), mas o desejo implícito de substituição desse por aquele. Resumindo:

 A luta não é pelo diferente, mas sim pela NORMA!

Acorda povo!

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