Bebê é Encontrado Vivo após 12 Horas no Necrotério!


"A menina nasceu prematura no dia 3 de abril, com seis meses, no Hospital Julio Perrando. Mas, algumas horas depois o hospital emitiu um atestado de óbito, declarando que o bebê morreu de causas desconhecidas.

O corpo dela foi colocado em uma gaveta no necrotério do hospital durante 12 horas e seria enterrado no dia seguinte. Mas, os pais insistiram em ver a filha. Foi então que o milagre ocorreu. Analia Bouter, dizia “sentir” que a filha precisava dela. Ela lembra que teve uma reação de choque no primeiro momento em que encostou no corpo frio da filha e a menina, tremeu, dando sinais de vida. “Dei um passo para trás e caí de joelhos. Meu marido não sabia o que fazer. Começamos a chorar e a rir. Choramos de felicidade”, lembra a mãe. 

Os médicos do hospital dizem não saber como ela pode ter sobrevivido a 12 horas de exposição ao frio intenso.

Mas a mãe diz ter uma boa ideia como um bebê de apenas 26 semanas de gestação se manteve com vida depois de tanto tempo em um quarto refrigerado. “Eu sou uma cristã. Sei que tudo isso foi um verdadeiro milagre de Deus”, comemora. A família diz que guarda o atestado de óbito da filha emitida pelo hospital como prova disso."  Fonte: GospelPrime

Uma questão delicada:
  
Este caso nos mostra que a vida humana é complexa ao ponto de nós "não termos" o direito de decidir interromper, por exemplo, a formação de um feto, como decidiu o Supremo Ttibunal Federal esta semana para casos de Anencefalia. Ora, a anencefalia sendo uma má fomação e não necessariamente a ausencia de cerebro, permite que estruturas parciais (do cerebro) tenham a possibilidade, ainda que remota, de conceber vida a um corpo. Toda intervenção antecipada nesse processo de formação é um risco de assassinato, por desconsiderar possibilidades, as quais, só poderão ser plenamente conhecidas quando tidas a chance de completar o ciclo natural de formação. Diagnóstico preciso não é sinônimo de perfeição!

O humano que opta pela intervenção, se faz juiz de uma causa incerta, no que se refere a vida em suas desconhecidas possibilidades, pois ele próprio é quem julga poder dar ao organismo a certeza de que não viverá.

Ainda que por um pequeno instante, julgar o valor da vida humana por uma medição de tempo, se 10 minutos ou 100 anos, é resumir a compreensão da vida ao tempo, desconsiderando completamente a subjetividade dos sentimentos humanos, que tem muitas vezes seu gozo não em grandes expectativas, mas em simples e rápidos momentos...

É possível dizer que não há vida no feto quando se faz um no corpo da mãe que o carrega?

Abraço e até a próxima...

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