"Pastor é preso por inibir beijo Gay no pátio da igreja"


Esse texto é uma tentativa de analisar com neutralidade os pensamentos de grupos homossexuais, em paralelo ao pensamento social democrático e religioso.

Um pastor é preso por inibir beijo gay no pátio da igreja”. Se você lesse esta notícia na manchete de um jornal, qual seria sua primeira impressão? Como outro exemplo, temos; “Mãe é condenada por orientar sua filha a não se envolver com amiga lésbica”. Se estas fossem as manchetes, qual seria a sua primeira reação? Confusão, indignação, apreensão ou felicidade?

Bom, diante dessa “moda gay” que estamos presenciando em nossa sociedade, também existe outra moda, a moda do preconceito. Ninguém mais parece saber o que significa opinião, pensamento, liberdade de expressão e muito menos conceito. Prova disso, está na possibilidade de você, leitor, ler tal manchete, não levar em consideração as suas consequências e disser: “besteira”!

O projeto de lei 122 “contra a homofobia” que tramita no senado prevê exatamente esse tipo de acontecimento, pois argumenta crime com pena de reclusão de 02 a 05 anos para aqueles que manifestarem opinião de ordem, também, filosófica e moral contra as PRÁTICAS homossexuais. Isso significa que se um pai, mãe, educador ou religioso, quiser ensinar aos seus filhos, alunos ou seguidores que a prática homossexual é algo errado, ruim ou pecado, estarão sujeitos a prisão por crime de homofobia. A manchete que até então, nesse texto é fictícia, poderá se tornar na mais pura realidade.

O interessante disso, não é a medida judicial, mas os graves erros de conceituação fazem acerca dos elementos que realmente caracterizam “crime de homofobia”. Vejamos alguns:

-    Criticar a prática homossexual não é criticar a pessoa no seu direito de escolher/ser o que fazer com sua vida, mas a escolha que fez ou vida que têm. Ex. posso criticar uma atriz de posar nua para uma revista, bem como a garota de programa de se prostituir, mas isso não significa que critico a sua pessoa, mas sim as suas escolhas de vida. Posso criticar o evangélico de acreditar num livro escrito por homens achando que foi escrito por Deus. Posso criticar o espírita por suas práticas mediúnicas. O Pai de Santo por seus rituais. O adúltero por adulterar e tantos outros por seus comportamentos e escolhas, mas em nenhuma dessas críticas sou condenado por algum tipo de fobia, e isso acontece por quatro motivos;

01 – Minhas críticas são de ordem moral, filosófica e pessoal. Ou seja, cada um tem a sua opinião e pensa o que achar melhor, pois é um direito cativo as diferenças e educação de cada pessoa;

02 – Minhas críticas são contra as práticas e crenças, não contra os indivíduos em suas particularidades;

03 – Minhas críticas não oferecem risco de agressividade física ou moral a um indivíduo, expondo-o publicamente sem o seu consentimento, mas a uma conceituação acerca da vida, que é optada por um grupo pessoas, ou seja, ela é impessoal;

04 – Vivemos num país teoricamente democrático.

-    A educação é direito da família, caso contrário o Estado se torna um ditador ético-moral e deixaria, também, de ser Estado. Um modelo de educação é possível existir como exemplo para a sociedade mediante as orientações do Estado, mas este, o Estado, nunca poderá reger o seio familiar em seus princípios, pois isso é segundo as escolhas de cada cidadão através da liberdade “garantida” pelo próprio Estado. Em outras palavras, o que significa crime moral ou filosófico? Um princípio de vida diferente a do homossexual que uma hora pode ser manifesto ao conhecimento de alguns ou muitos? Isso é veto à liberdade de expressão.

-    Apesar de se dizer crime de homofobia, o crime mesmo acontece contra a pessoa do homossexual, não por ter medo de suas práticas, mas por agredi-lo, não concordando com suas práticas. Precisamos então definir: como um juízo de valor acerca de uma prática é ofensivo a ponto de tornar-se um crime, e não simplesmente um princípio diferente de vida?  

Resposta:

1 – Quando a crítica é pessoal, expondo o outro ao constrangimento e humilhação, por livre ato do agressor com o agredido, seja ela de ordem racial, religiosa, étnica, filosófica ou moral;

2 – Quando a crítica é ofensiva, mesmo que impessoal, mas incentivando a população a ter sentimentos aversivos contra a pessoa, e não simplesmente contra uma opção ou modo de vida;

3 – Quando a crítica é infundada, não baseada em fatos, sejam eles científicos, políticos ou religiosos, mas em mentiras de caráter difamatório acerca de uma cultura ou comportamento;

4 – Quando, por qualquer motivo, promove-se à revolta, ódio, violência, contra a pessoa que opta por determinada prática, não sabendo discernir os direitos individuais de cada cidadão em pensar e ser diferente.

Ora, acaso alguma dessas violações já não constam como violação aos direitos humanos? Sim, já existem e abrange a toda população, indivíduo, independente de credo, raça e sexo. Então afinal, o que os homossexuais da esquerda querem com a PL122, se já existem leis que garantem os seus direitos? A resposta é simples: especialidade legislativa e, principalmente, imunidade ética, filosófica e religiosa.

    Meus queridos! Se quiserem acreditar que “focinho de porco” é tomada, que acreditem, só não venham querer descer goela abaixo que tal “percepção” distorcida da vida é uma verdade que merece, com status de exclusividade, ser protegida legislativa e moralmente, pois o problema maior das reivindicações de parte dos homossexuais não está na falta de proteção legislativa contra a difamação, agressão, constrangimento, calúnia, porque já existem leis para isso, mas na falta de aceitação, concordância, apoio ético e moral em relação as PRÁTICAS homossexuais, que por isso, geram neles frustrações familiares, profissionais, sociais e etc. Assim, querem, por assim pensar, impor através da lei aquilo que não conseguem apenas como ideologia de vida. É a “conquista” de uma falsa aceitação pela imposição de regras.

Sejamos sensatos, todos são iguais perante a lei (ao menos deveria). Os mesmos direitos que me protegem, protegem, também, ao homossexual, o negro, o religioso, etc. Querer criar uma classe especial de pessoas imunes a crítica é mais que ignorância, é o assassinato da verdadeira diversidade.
   
Não escrevo na esperança de ajudar a frear essa “ditadura de ignorância”, pois sei onde isso vai chegar, e sei que faz parte de um cenário já descrito mais de 2.000 anos. Por isso ao mesmo tempo em que me revolto, também me conforto, por saber que a “sabedoria” dos homens terá um fim trágico para muitos. Mas escrevo acreditando que existe um outro povo, talvez, esses sim, chamados de “loucos”, que pensando, ainda, como gente, podem com razão e direito querer mudar, se não o mundo, a sua própria vida, família, filhos, amigos. É para esses que escrevo, pois sei que esta Palavra quando vai... Não volta vazia!

Abraço e até a próxima...

Tem uma opinião a dar? Este espaço é aberto a críticas, utilize e expresse seu pensamento na forma como ele é, será um prazer respondê-lo!

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Anônimo
9 de fevereiro de 2012 11:55

Falou e disse!
NÃO há democracia quando há veto na liberdade de pensamento do indivíduo!
Quem mandou votarem na presidenta em questão e no presidente anterior? Ambos participam do Foro de São Paulo, uma reunião secreta de comunistas que aos poucos está se tornando conhecida do público... E os Protocolos dos Sábios de Sião, que é um livro EXTREMAMENTE NOCIVO à sociedade também...
O jeito é cair fora desse país ou juntar forças junto à Igreja e fazer um protesto de milhões de pessoas na Paulista, assim como os glbt também fazem. Vamos mexer nossos pauzinhos para que voltemos a ter uma sociedade saudável, como na época de Getúlio.

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9 de fevereiro de 2012 15:32

Oi amigo, bom, é... acho que concordo! kkkkk, brincadeira! Bom, não sei qual a participação da Dilma e do Lula nisso, mas penso que nós somos os maiores responsáveis, quando deixamos de exercer autoridade e responsabilidades como irmãos, amigos, pais e principalmente, educadores...

Abraço.

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11 de fevereiro de 2012 20:05

Eu acho justo a decisão da justiça, os pastores, principalmente, são ofensores dos direitoes humanos por natureza ao pregarem a biblia cristã, portanto, nada mais justo que o pastor pague pelos seus maus atos.

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13 de fevereiro de 2012 09:03

E aê mano Riclops!

Deu para ver que você além de não ter lido o texto (se leu, não entendeu), desconhece a teologia cristã. Explica-se então "por natureza" o teor do seu comentário.

Obrigado pela participação. Abraço.

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17 de março de 2012 20:28

Os Militantes Gays Inventão Que São Vítimas de ódio Para Depois Persegui os que não concordão com o estilo de vida nada saudável deles

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Anônimo
7 de abril de 2012 09:32

Minha filha um dia estava passeando comigo na rua e viu duas mulheres quase transando no meio da rua, eram 17 horas, sol brilhando ainda...Minha filha me perguntou mãe isto está correto, se Deus criou um homem e uma mulher, se apenas uma mulher pode carregar um filho na barriga com a união a um homem, pq estas mulheres estão fazendo isto. Foi muito constrangedor para minha filha ver esta cena. Penso que se querem optar por ter esta vida, nós não temos nada a ver, mas poupem a sociedade destes atos que chocam nossos olhos e nossas crianças, para isso existem locais apropriados. A única coisa que me conforta é que Jesus nos deixou o Espiríto Santo para nos ajudar com estes novos fatos que estão
no livro de Apocalipse. Lamentável que os ativistas homossexuais começou levantar a bandeira para perseguir a sociedade com leis que favorecem apenas eles e esquecem que eles vivem em sociedade e que o mundo não gira apenas em torno deles.

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