AMOR, DESCARTÁVEL A MEDIDA DO EU...


Atualmente quando pensamos em amor, na maioria dos casos não estamos falando de amor, mas de conveniências. Estamos aprendemos a lidar com pequenas emoções de forma confusa, não distinguindo-as de sentimentos, transformando nossas relações em um tipo de convivência descartável.

Como desenvolver relacionamentos sadios, numa geração que superficializa tudo, até mesmo seus próprios ideais? É fácil entender o motivo de tanta depressão no mundo, falta amor próprio e isso também é valor.

O valor de um amor próprio vem sendo substituído por um amor prostituto, onde ser livre é sinônimo de ser tudo em todos, a qualquer hora, as vezes por qualquer preço... literalmente! Um conceito social fantasiado por uma máscara de "renovação", liberdade e direito de expressão, quando na verdade não passam de "gritos vazios" chamando atenção para um estado desorientado da personalidade social.

Onde fica a formação de um SER EMOCIONAL, carente, necessitado de uma estrutura de valores capazes de lhe dar objetivos concretos, e não artificiais? Está ficando cada vez mais rara essa preocupação, pois pensar no mais íntimo dos seus sentimentos requer valor próprio, mas você quase nunca é ensinado a ter esse tipo de valor, pois é mais fácil dominá-lo quando seus conceitos a cerca de você forem iguais aos da maioria, por isso até a formação de valor passa a ser, também, superficial, pois quando não se adequa mais "as regras", descarta!

Seria esse o motivo para um amor tão artificial no mundo, frágil ante aos primeiros desafios e insustentável perante o ódio crescente? O motivo para tanta depressão, resultado sequencial da falta de valor para o amar, em substituição pelo carpe diem automático da pós modernidade? Penso que também.

Nós somos o reflexo, qual será o objeto?

Abraço e até a próxima...

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