EDUCAÇÃO ADAPTADA, FILHOS LOUCOS, PAIS MODERNOS!

A educação familiar é o coração da sociedade, sua cultura e conduta, filosofias e desenvolvimentos passam pela educação familiar. Mas esta educação vem sendo configurada por outras formas de pensamento, e o coração da sociedade já não anda tão bem, talvez, caminhando para um infarto... 

Parece algo complexo, mas não é o quanto parece, pois o fato se concentra nos objetivos humanos, estes que modelam toda a nossa postura frente à vida e fazem com que nossa conduta afete tudo e todos. Quer saber como?  Simples, observe a inversão de significados:

Um pai, uma mãe, antes de ser pai e mãe, não pensa em ter filhos, mas em trabalhar, alcançar sucesso financeiro, social. Os filhos, quando surgem são “imprevistos”, e não objetivos;

Você não pensa em planejamento familiar, pois o que é a família se você nem sabe se estará com a mesma pessoa no futuro? Talvez você considere uma adaptação moral, onde sua independência financeira lhe dará condições de ser pai ou mãe sozinho(a), afinal, o dinheiro faz tudo, até a educação dos filhos, certo? Para isso existem babás, avós e a TV;

Você pensa; o importante não é a quantidade do tempo que passa com seus filhos, mas a qualidade. Para isso um passeio no shopping, no cinema ou na casa do amigo mostrará o quanto você é disposto a dar presentes, festas e farras aos seus filhos, afinal, é para isso que você trabalha, certo?

Por acaso eu falo contra a necessidade do trabalho, sucesso e qualificação? Não, mas do valor que resume, NISSO, a felicidade, motivação e futuro social, quando na verdade não deveria ser.

Queridos, não vamos confundir as coisas. Penso que somos adaptações de uma era deficiente de humanidade e cheia de automatismo, ganâncias e futilidades. Escravos de uma cultura que por seu próprio nome em quase nada tem de bom, senão a aparência de intelectualismo moderno quando na boca de alguns barbudos, poetas bêbados e pensadores “revolucionários”.  Talvez eu seja mais um desses, porém, jovem infantil, maluco e desprezível balbuciando asneiras... Tomara! Pois assim estarei enganado, e então poderei sonhar que um dia meus futuros filhos terão com quem brincar na beira da calçada, e não dentro de gaiolas...   

Abraço e até a próxima...

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