OS 10 PROBLEMAS MAIS COMUNS NO RELACIONAMENTO - PARTE 2

Para quem não viu, essa é a segunda e última parte do artigo OS 10 PROBLEMAS MAIS COMUNS NO RELACIONAMENTO. Caso você não tenha lido a primeira parte, clique AQUI!

Vejamos:

6º - Falta de Compromisso;

            Muitos, principalmente homens, transformam seu relacionamento numa atividade secundária a sua vida pessoal, como se o pessoal já não fosse o próprio relacionamento. Antes da mulher, primeiro os amigos do barzinho. Antes da família no domingo, a “peladinha” (futebol) no salão. Antes dos filhos, o filme, o jogo, o telejornal na TV. Antes do passeio o descanso na piscina, etc. Antes do diálogo, o banquete. Ou seja, o companheiro age como se o relacionamento não precisasse de dedicação, atenção, de cuidados. A vezes ele(a) pode ser maravilhoso em tudo o que faz, mas no relacionamento apenas mantém o necessário para dizer que faz o dever de casa. Um relacionamento para ser bom precisa mais, precisa de compromisso.

7º - Desrespeito Moral;

ü      Você a chama de mulher, mas também de cachorra;
ü      Você o chama de marido, mas também de cafajeste imprestável;
ü       Ele é um ótimo pai, mas sua palavra na educação dos filhos é sempre contestada;
ü       Ela é uma ótima mãe, mas você não considera os seus sentimentos;
ü       Ele é um ótimo profissional, mas você não valoriza o seu trabalho;
ü       Ela é uma ótima dona de casa, mas você não dá o devido reconhecimento;
ü       Ele tem planos, mas você não acredita;
ü       Ela tem sonhos, mas que você os despreza!

 Você chama isso de respeito moral? Atitudes como essa vão minando aos poucos o relacionamento ao ponto de torná-lo insuportável, ou suportável em meio às guerras.

8º - Relaxamento Sexual;

            Viver numa sociedade cada vez mais erotizante é transformar, quase sempre, o relacionamento em uma única motivação SEXUAL, e nada mais! Por isso o ato sexual às vezes é um problema grave entre o casal, pois o sexo vem a ser uma espécie de termômetro, controle de qualidade do relacionamento. O problema passa a ser a expectativa criada em torno do sexo, não o sexo propriamente. Simplesmente porque o sexo é natural a espécie e se aprende fazendo, principalmente quando é a conseqüência de um amor verdadeiro. Em face disso, todos os problemas relacionados ao sexo, como desejo, expressão, ereção, ejaculação, sensualidade, fantasias, etc, são acertados naturalmente pelo próprio casal, se necessário com orientação especializada. Porém os maiores problemas se escondem por trás destes, são as idealizações de felicidade e prazer que “inventamos” em torno desse ato.
O relaxamento sexual, ou seja, a falta de desejo para o sexo é um desses problemas, com mais incidência entre as mulheres. Pode ser causa hormonal, porém sentimento e comportamento é o principal motivo. O problema então merece atenção especial, devendo ser tratado com intimidade e paciência pelo casal, se possível com orientação psicológica.

9º - Criação de Falsas Expectativas.

            Muito comum! Estar apaixonado é visualizar no outro quase sempre uma imagem irreal, por isso é preciso ter cautela.
            Às vezes você sabe que o outro não tem muito haver com sua vida e mesmo assim acredita que as diferenças existentes podem ser mudadas ou conciliadas. Isso é um engano que pode ser fatal.
            Se algo tiver que mudar na vida de alguém, mudará por vontade própria e mediante um reconhecimento dessa necessidade, não por você. O máximo a fazer é levá-lo(a) a reconhecer essa necessidade. E se tiver que mudar o melhor é que mude ainda no início, antes de tudo, caso contrário será muito difícil depois.

10º - Traição.

            Você acha que esse é o maior problema nos relacionamentos? Esta enganado(a). O problema é o conceito que leva a traição, pois ninguém irá trair se antes não tiver uma predisposição ideológica/moral ou cultural para isso.
            Muitas pessoas lutam contra a traição quando já é um ato consumado, tentando através de meios superficiais evitar essa atitude. Mas a única forma de evitar a traição do seu companheiro (além de fazer o dever de casa, claro!), é conhecendo muito bem os conceitos/valores que formam o caráter dessa pessoa, ou mudando (o que vai ser mais difícil) os que já têm.
            O importante é entender que a traição como ato consumado é a conseqüência de um conceito mal formulado na vida de quem trai (em nosso contexto). Por isso é um assunto bastante difícil de lidar, pois permeia valores muitas vezes aprendidos ainda no berço...

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cristianogpvh@hotmail.com
24 de novembro de 2011 07:50

verdade,vem dr berço a moral o carater da pessoa.

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24 de novembro de 2011 08:29

Obrigado pela participação!

Abraço.

Resposta
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